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Archive for the ‘Espiritismo’ Category

Sobre o suicídio

 

SOBRE O SUICÍDIO

Não se mate, pois você não morre…

Você vai perder o corpo, mas a alma vai continuar…

Você vai destruir o envoltório material, mas a dor, a angústia, o desespero, o sofrimento, tudo isso vai te acompanhar ao outro plano.

Você vai sofrer pelo suicídio e vai ficar um tempo padecendo também no plano espiritual.

O sofrimento no plano espiritual é pior do que o sofrimento no plano material, pois tudo no pós-vida é mais forte, ficamos mais sensíveis, tudo é mais intenso.

Se você acha que está sofrendo aqui, vai se surpreender ao descobrir que também vai sofrer lá.

O suicídio, além de não resolver nossos problemas, pode agrava-los.

Pessoas que cometem o autoextermínio chegam ao plano espiritual e descobrem que todos os seus problemas tinham solução.

Percebem que tudo poderia ser resolvido… que tudo passa… e que todo sofrimento tem uma causa que está dentro de nós, e por isso mesmo, pode ser tranquilamente desvendado, dirimido e transformado.

Além disso, você terá que voltar para o fim da fila e começar tudo de novo… terá que aguardar uma nova encarnação.

Nessa nova encarnação, você terá que passar por provações semelhantes a que você está passando agora, talvez até piores, pois ficará com o trauma do suicídio e de uma vida desperdiçada.

O espírito que se suicida chega ao plano espiritual com uma imensa sensação de tempo perdido… uma sensação de ter desperdiçado uma grande oportunidade de se melhorar.

Será como o aluno que perde 4 anos de escolaridade e percebe que seus colegas estão melhores e mais adiantados do que ele.

Suicídio nada mais é do que isso: um imenso tempo perdido e mais sofrimento para nós.

Pode ser que o espírito suicida tenha que aguardar um tempo bem mais longo para voltar a outro corpo material, para ter outra oportunidade de evolução. É como a pessoa que larga a prova de um concurso público no meio por estar cansada e vai embora. Ela pode ter que esperar vários anos até sair o novo concurso.

A existência material é como uma prova que fazemos para um concurso público onde vamos ganhar um bom salário caso sejamos aprovados.

No mundo humano, quanto mais difícil é a prova, maior é a conquista de quem passa. Assim também é no mundo espiritual: quanto maiores e mais difíceis são as provações, maior também é o mérito daquele que as supera… e igualmente maior será o avanço espiritual posterior, que nos trará paz profunda e felicidade profunda.

Penamos para subir uma imensa montanha, mas um diamante muito belo e valioso nos espera no topo. Quanto mais alta é a montanha escalada, mais precioso será o diamante.

Portanto, qualquer esforço que façamos agora para superar as provações da existência é válido, por pior que seja, pois esse caminho nos conduzirá a uma imensa felicidade e paz de espírito.

A vida é uma oportunidade de ouro, uma chance de elevação que não deve jamais ser jogada fora.

Ninguém mais perde com o suicídio… só você.

(Hugo Lapa)

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Atividades socorristas

 

ATIVIDADES SOCORRISTAS NO PLANO ESPIRITUAL

Sabemos que há algumas pessoas que são incumbidas dessa missão. Elas dormem e seu corpo espiritual sai do seu corpo material. Elas então são guiadas pelos espíritos de luz a certas zonas sombrias, infernais ou umbralinas, como se chama no Espiritismo.

Nessas zonas de consciência inferior, há espíritos em diversos níveis e tipos de sofrimento, que precisam se libertar desses grulhões e serem encaminhados para a luz. Então essas pessoas, em corpo espiritual, realizam ações beneméritas de amparo a essas entidades… e os ajudam a se desprender dos seus sofrimentos e a encontrarem a luz.

Os resgates astrais não são como os resgates no plano material, onde um paramédico aparece, tira o corpo material de uma pessoa de um lugar e o conduz a um hospital para tratamento. Nos planos astrais inferiores e obscuros, os espíritos não podem simplesmente serem conduzidos a outros locais… eles precisam primeiro purificar-se para que sua sintonia passe a vibrar em faixas de energias que estejam acima desses vales purgatoriais… e só depois dessa limpeza vibratória é que eles podem deixar estes vales sombrios.

Obviamente a ideia de um inferno como representando um local de penas eternas não faz o menor sentido, como já explicamos em outras oportunidades. Por isso, essas zonas planos negativos agrupam espíritos afins, que se encontram numa mesma faixa de negatividade e sofrimento.

São verdadeiros bolsões energéticos de agrupamento espiritual conforme a sintonia de cada alma. Os espíritos imersos nessa condição precisam repetir o sofrimento muitas vezes até esvaziarem-se completamente dele, e assim se libertarem, ascendendo a planos mais elevados onde não existe o sofrimento.

Nesse âmbito, há três tipos de percepção desse trabalho. O primeiro é quando a pessoa sai do corpo e fica consciente de tudo o que está fazendo. Ela se vê saindo do corpo material e se dirigindo a certos planos de sofrimento. Nesse caso, ela faz tudo de forma consciente, embora nem sempre tenha total controle de suas ações, pois muitas vezes ela está sendo guiada por espíritos mais elevados.

O segundo tipo é a pessoa que de vez em quando tem sonhos de algo parecido com isso. Esse é o caso, por exemplo, de uma pessoa que me mandou o seguinte relato: “Hoje eu tive um sonho que eu fui escolhida pra tira as almas. Não sei se era um purgatório ou inferno, mas sei q tinha um monte de lagos, tipo açudes e estavam separadas por idade as almas. Eu sabia que deveria tirar essas almas desse lugar e encaminha-las pra luz”.

O terceiro tipo é, obviamente, da pessoa que faz tudo isso, mas não se recorda do que fez, mas pode ter uma vaga sensação de algo.

(Hugo Lapa)

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Ódio entre os espíritos

 

O ÓDIO NO PLANO ESPIRITUAL

Existe ódio entre os espíritos?

Com o espírito que já se reconheceu como sendo espírito, não existe nem o menor fragmento de ódio. Mas com o espírito que ainda se vê como um ser humano, sim… esse pode ter muito ódio dentro de si mesmo.

O espírito que se reconhece, se vê e sabe que é espírito, não tem nenhum motivo para ter ódio. Mas por que isso ocorre? O espírito que se enxerga como um espírito não tem razão para se abalar com as coisas que aconteceram durante a sua vida na Terra. Seria o mesmo que se deixar atingir e ficar com ódio daquilo que aconteceu durante um jogo de games. Se a pessoa sabe que eu não é aquele personagem do game, ela sabe que nada do que ocorreu com aquele personagem faz parte da sua vida normal. Então, porque se deixar levar por essas coisas?

Pode o espírito que se reconhece como espírito continuar com mágoa daquele que o assassinou numa encarnação? O espírito que se vê como espírito sabe que sua vida não terminou com o assassinato… ele sabe que a morte é apenas um retorno à pátria espiritual. Ele sabe que nada ocorre por acaso e se sua morte foi naquele momento, essa foi uma experiência válida para sua evolução.

Se ele é espírito e encontrou uma plena felicidade em sua condição cósmica, por que se importar com a perda dos bens terrenos e de sua encarnação? Por que se importar com a doença que degenerou seus órgãos se o espírito não tem corpo material? Por que se preocupar com a perna que foi amputada se o espírito não tem perna? O espírito que ainda se identifica como um ser humano, com uma pessoa que tem uma história e uma personalidade, esse sim pode entrar em depressão com a amputação de uma de suas pernas e ficar com raiva de tudo. Mas o espírito que compreendeu a sua condição espiritual, onde nada pode destruir a essência eterna que é a sua natureza, como isto poderia alterar um milímetro de sua paz?

Aquele que se reconhece como espírito sabe que ele não morre, que ele não padece, que ele não é destruído, que ele nada pode perder, que ele não pode sofrer, ele não pode sentir falta e não pode se abater por coisa alguma. Se ele não é desse mundo, por que sofrer com as catástrofes do mundo? Quem sabe que está além desse mundo não pode se deixar atingir por alguma coisa que exista aqui.

Como se diz na pergunta 322 de O Livro dos Espíritos: “Os Espíritos esquecidos, cujas tumbas não são visitadas por ninguém, comparecem apesar disso e sentem algum desgosto por não verem nenhum amigo lembrar-se deles — Que lhes importa a Terra? Somente pelo coração se prendem a ela . Se não mais o amam, nada mais há que faça o Espírito voltará Terra. Ele tem todo o Universo pela frente.”

Sim, “temos todo o universo pela frente”, como diz O Livro dos Espíritos. O infinito e a eternidade está a nossa disposição… ao nosso alcance. O que mais podemos querer se já temos tudo como espíritos? O que podemos perder se o espírito é infinito e eterno? Quais problemas mundanos podem nos prejudicar se não somos desse mundo? “Eu não sou desse mundo” disse Jesus. Por que Jesus disse que não era desse mundo? Por que ele tinha a experiência de ser espírito, de sentir a essência imortal do seu ser mais profundo. Jesus sabia que não era um corpo, uma personalidade… Jesus sabia que ele não podia ser morto pelos romanos na cruz, pois se ele é espírito, quem pode matar aquilo que é imortal? Jesus se entregou aos romanos com a certeza de que toda a via crucis ocorreria com seu corpo e com a personalidade “Jesus”, mas não com seu espírito imortal, pois este é perene… e nada pode atingir. Buda também tinha certeza desse princípio, pois o vivenciava… tanto é assim que ele mesmo que disse: “Eu atingi o imortal”.

O corpo material nós ganhamos em algum momento e, por isso, sofremos quando o perdemos. Mas aquele que sabe que nada pode ganhar e, por conta disso, nada pode perder… o que o faria sofrer? A essência do espírito nunca teve começo e nem sequer terá fim… é infinita, eterna, incognoscível, indestrutível e totalmente inabalável. Aquele que já compreendeu que é espírito, esse nada pode afetar… e consequentemente, não pode ter qualquer resquício de ódio.

(Hugo Lapa)

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Mediunidade olfativa

 

O CHEIRO QUE VEM DO NADA: MEDIUNIDADE OLFATIVA

Existem pessoas que veem espíritos, veem energias, tem vários tipos de percepções. Existem aqueles que ouvem os espíritos e também existem aqueles que sentem os espíritos lhes tocando.

Essas são as sensações que costumam ser mais comentadas no meio espírita e mediúnico. Fenômenos desse tipo fazem parte da chamada “mediunidade olfativa”. Um conjunto de manifestações espirituais que infelizmente ainda é pouco divulgada e bastante desconhecida do grande público, mas não deixa de ser menos real do que outras formas de mediunidade.

A mediunidade olfativa pode ser definida como o dom ou a capacidade de sentir cheiros, aromas ou odores que não provém de nenhuma fonte do mundo material, mas que tem sua causa nos planos sutis. A mediunidade olfativa parece ser comum a toda a humanidade… a maioria das pessoas já sentiu, ao menos em algum momento de suas vidas, cheiros, odores ou aromas que vieram “do nada”, ou seja, que não estariam presentes fisicamente no ambiente.

Recentemente realizei uma extensa pesquisa em nossos grupos no Facebook a esse respeito. Nossos grupos têm somados mais de 600 mil membros. Nessa enquete mais de 5000 pessoas responderam a seguinte pergunta:

“Você já sentiu um cheiro, aroma ou odor que veio do nada?”

Aproximadamente 97 ou 98% das pessoas responderam que sim a essa pergunta. Isso mostra o quanto a mediunidade olfativa é mais comum do que pensamos… e pode até mesmo ser a forma de mediunidade mais recorrente que existe, superando até mesmo a mediunidade de vidência, ou seja, o ato de ver os planos sutis e seus habitantes… e também a mediunidade auditiva, a capacidade de ouvir os espíritos.

É importante deixar claro que o plano espiritual não tem cheiros, não tem odores, não tem nenhum tipo de aroma. Inclusive é bom lembrar que no plano material os cheiros também não existem. O cheiro nada mais é do que a forma como nosso cérebro interpreta certas emanações de partículas que se desprendem dos objetos e são conduzidas pelo ar até nossas narinas. É possível afirmar que o cheiro não existe na natureza… os aromas de flores, por exemplo, não existem como tais, eles são apenas a forma como o sentido do olfato capta as partículas do ar. Essas partículas provocam uma impressão em nossas narinas que são traduzidas pelo nosso cérebro como aquilo que conhecemos como “cheiros” ou “odores”. Assim, tanto no plano material e muito menos no plano espiritual existem aquilo que nós denominamos como cheiros, odores ou aromas. O cheiro é uma impressão do cérebro.

Mas se no plano material e tampouco no plano espiritual existem cheiros, como pode ser possível alguém captar esses odores que viriam do plano espiritual? Para compreender esse ponto é preciso saber que os espíritos emanam pela sua própria mente a vibração do cheiro que eles se acostumaram a sentir durante sua encarnação, ou os cheiros que marcaram muito sua vida na Terra, da qual ainda trazem muitas memórias, apegos e até mesmo vícios profundos. Por exemplo, um fumante sentiu boa parte do cheiro de cigarro durante sua vida. Por esse motivo, o odor do tabaco é algo que ele lembra a todo momento… não apenas por ter sentido esse cheiro durante boa parte da encarnação, mas principalmente por estar ainda apegado ao cigarro, dependente dele, e por isso sua consciência está ainda fixada nesse vício; ele ainda se encontra preso ao desejo de fumar e continuar fumando. Por conta disso, ele irradia a sua volta não o cheiro do cigarro, mas a vibração do cigarro… vibração essa que quando chega no plano material é interpretada pela nossa mente como sendo o próprio cheiro do cigarro.

Já que estamos falando do cigarro, um dos odores que mais as pessoas relatam sentir é o odor do tabaco. Muitos sentem também o odor de álcool e quando isso ocorre, é muito provável que existam espíritos alcoólatras rodeando a pessoa.

Há estórias de Chico Xavier a esse respeito. Conta-se que Chico Xavier às vezes pegava determinados objetos e os magnetizava. Quando as pessoas próximas pegavam no objeto, sentiam nele aromas de rosas, que exalavam por todo o ambiente, deixando as pessoas maravilhadas com esse misterioso fenômeno. Algumas pessoas relatavam que, após segurarem alguns segundos nas mãos de Chico Xavier, suas mãos ficavam impregnadas com o perfume de rosas. Se é verdade ou não que Chico Xavier possuía esse dom de aromatizar ambientes e objetos com perfume de rosas não sabemos, mas muitas pessoas contam estórias semelhantes sobre esse fenômeno.

Decidimos criar uma lista dos cheiros espirituais mais comuns e seus significados. Essa lista não deve ser encarada de forma definitiva, como se fora um guia infalível para resolver todos os casos. A lista abaixo é apenas uma referência para nossos estudos, a fim de oferecer certas indicações e sinais das presenças espirituais que podem estar nos rodeando. Assim, os cheiros que parecem ser os mais comuns na mediunidade olfativa são:

1 – Cheiro de cigarro: Muito provável que odores de tabaco sejam provenientes de desencarnados que fumaram durante boa parte da encarnação e ainda sentem falta do tabaco. São espíritos que podem experimentar grande sofrimento e angústia por sua dependência, que ainda persiste até hoje.

2 – Cheiro de álcool: Muito comum em desencarnados que durante suas vidas foram alcoólatras, pessoas que viveram na bohemia, em bares e envolvidas com jogos de azar diversos. É muito comum ver espíritos de alcoólatras ainda presos à Terra e utilizando os corpos materiais de pessoas vulneráveis à obsessão para assim usufruírem dos prazeres da bebida. Eles influenciam o encarnado a beber e conseguem experimentar a sensação do álcool através deles.

3 – Cheiro de enxofre: É comum em espíritos inferiores, provavelmente ligados em consciência ao umbral, onde expiam suas faltas, seu ódio e seus crimes contra a humanidade.

4 – Cheiro de comida: O aroma dos alimentos não é muito comum de ser sentido. Mas em casos raros pode ter como causa espíritos que durante a encarnação eram muito apegados à comida, e por isso ainda exalam odores dos alimentos. Esse tipo de cheiro é mais comum em espíritos inferiores, ainda aprisionados em paixões inferiores e desejos por certos alimentos, sendo o mais comum a carne bovina, suína e o frango.

5 – Cheiro de velas e incensos: É comum a espíritos que foram pessoas religiosas, espíritos devotaram boa parte de encarnação à práticas espirituais, de forma positiva ou de forma dogmática e ortodoxa. Pode vir de espíritos de padres, monges, frades, freiras, sacerdotes, etc. Nesse sentido, pode ser algo positivo ou negativo)

6 – Cheiro de fumaça: Pode ser proveniente de desencarnados que morreram queimados, ou morreram em acidentes diversos, como carros, motos, ônibus, barcos, que envolveram fogo e queima de combustíveis, ou podem ter desencarnado num incêndio de menor ou maior porte.

7 – Cheiro de urina ou fezes: Comum em espíritos que morreram muito idosos e precisavam de cuidados especiais. Esses espíritos podem ter permanecido com seu corpo astral impregnado com esses odores por muitas vezes não conseguirem controlar suas necessidades fisiológicas, vindo muitas vezes a urinar ou defecar em si mesmos ou em fraudas geriátricas. Os espíritos que ainda não se despojaram do trauma do envelhecimento associado à doença podem manifestar esses odores.

8 – Cheiro de perfumes diversos: Pode indicar a presença de um desencarnado que durante a vida fez uso frequente desse perfume. Esse fenômeno pode indicar a presença de um espírito de amigos ou familiares que irradiam certos aromas pelos quais eram conhecidos para sinalizar sua proximidade dos encarnados, ou de forma inconsciente, por estarem presos à Terra e ligados a uma pessoa.

9 – Aromas de flores diversas: O cheiro de rosas parece ser o mais comum, mas também é possível perceber aromas de outras flores, como lírios, laranjeiras, lavanda, jasmin, dentre outros. Os aromas florais geralmente indicam presenças de seres luminosos próximos a nós. Muitas vezes podem sinalizar a presença de um espírito mais adiantado, que se encontra à serviço de Deus para nos ajudar em diversos aspectos. Nossos mentores ou guias espirituais podem se apresentar algumas vezes com aromas de flores, a fim de que possamos identificar que estão próximos, nos auxiliando em nossa elevação espiritual dentro das provações da existência material.

Geralmente se costuma fazer uma associação entre os aromas agradáveis (eflúvios aromáticos, perfumes de flores, essências de ervas, aromas diversos), como estando relacionados com a presença de espíritos de luz, espíritos elevados, mentores, guias espirituais, espíritos afeitos a nós, etc… Por outro lado, os odores desagradáveis, fedidos, pestilentos, pesados, abafados, associados à presença de espíritos trevosos, obscuros, umbralinos, etc.

(Hugo Lapa)

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Cirurgia bariátrica espiritual

 

CIRURGIA BARIÁTRICA ESPIRITUAL

Tem muita gente falando da tal Bariátrica espiritual, que parece ter virado uma obsessão para muitas pessoas que querem emagrecer.

Vou deixar aqui a minha visão a respeito…

Vivemos hoje numa sociedade consumista, materialista, de culto ao corpo, midiática, onde propagandas criam a todo momento um padrão de como homens e mulheres devem ser, como devem se comportar, o que devem pensar. Criam um modelo ideal de vida baseado no dinheiro, no consumo, na beleza, na vaidade e na busca incessante do “sucesso” material, como se isso fosse o ápice da experiência humana e somente esse modelo fosse capaz de nos trazer felicidade e paz… não há nada mais falso do que isso. Toda essa conjuntura nada mais é do que uma forma de uniformizar as mentes e os corações dentro de um modelo pré-concebido que torne natural e desejável o consumismo, para que os ricos fiquem cada vez mais ricos e os pobres mais e mais pobres.

Diante disso, muitas pessoas acreditam que só serão felizes se forem magras, bonitas, bem sucedidas, ricas, etc. Por isso, ficam buscando a todo custo uma adaptação a esse padrão, a esse modelo ocidental de beleza e sucesso. O emagrecimento é um dos requisitos desse padrão. Por esse motivo, a todo momento mulheres recorrem a essas cirurgias de estética, a fórmulas mágicas de dieta, a produtos diversos e caros que prometem beleza e saúde, cremes x, y e z, etc, etc. Assim, cada hora vemos o surgimento de mais uma fórmula, de mais uma novidade, de mais um jeito fácil que numa passe de mágica vai realizar nosso sonho de adaptação forçada a esse modelo ideal ocidental de bem estar.

Agora parece que estão querendo levar isso para o espiritualismo, espiritismo, etc. Amigos, o objetivo de nossa caminhada espiritual não é o emagrecimento, não é a estética, não é a adaptação a um modelo de vida, mas sim o desenvolvimento de nossa alma, é o aproximar-se de Deus… é o amor, a paz, a verdade, a liberdade e a felicidade. Como alguém pode ter paz sempre preocupado com a estética e vaidade? Como alguém pode ser feliz sempre sentindo-se insatisfeita com seu corpo e comportamento quando não consegue seguir um padrão de beleza? Como alguém pode ser livre se está presa a necessidade de um modelo ideal de ser e estar no mundo? Como alguém pode amar a si mesmo se a todo momento a mídia, a propaganda e esse modelo nos diz “como devemos melhorar”? Tudo isso tem como pano de fundo o medo imenso que todo ser humano tem dentro de si de ficar sozinho. Sim, tudo isso é uma fuga da solidão, do vazio, do esquecimento.

Você sabe o que vai te fazer feliz de verdade? Libertar-se desses padrões pré-determinados… Deixar de lado modelos ideais de bem viver… Parar de seguir normas e regras humanas como se fosse reais e únicas… Não mais pensar pela cabeça dos outros… não se deixar levar pela manipulação da mídia e da propaganda… Ser feliz independente de normas, regras, modelos, padrões, estética, etc… Seja você mesmo. Não seja um produto pronto que a sociedade criou em você. Não existem esses padrões… antigamente as mulheres gordinhas eram as mais valorizadas… hoje em dia as magras são as mais valorizadas. Tudo depende da época, da cultura e dos ditames da mentalidade da maioria. Não existe certo e errado… o certo é você ser feliz, ter paz… e ter Deus em você. Mas quem achar que mesmo assim deve fazer, faça… só não perca de vista estas reflexões.

Pratique exercícios físicos, faça dieta, tenha uma alimentação saudável e orgânica… mas não fique se preocupando com sua estética, como se emagrecer fosse te trazer algo de bom, fosse melhorar sua vida, fosse te trazer um amor, fosse fazer você ser mais aceita na sociedade, fosse trazer amigos, etc. Não acredite nisso… essa é uma das maiores mentiras do nosso tempo.

Seja feliz…. esse é o maior sucesso que você pode conseguir na vida.

(Hugo Lapa)

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Nem ele pecou nem seus pais

 

“NEM ELE PECOU NEM SEUS PAIS”

Há uma passagem na Bíblia que fala sobre a cura do homem cego de nascença. Essa passagem parece contradizer a lei de causa e efeito e a reencarnação, pois Jesus fala que o homem cego “não pecou” para que a doença se abatesse sobre ele. Vejamos a passagem:

“E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença.
E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. (João 9:1-3)”

A pergunta que se faz aqui é: se nem ele nem os pais pecaram, como disse Jesus, onde entra a lei de causa e efeito? Para compreender esse ponto todos devem saber que os espíritos vem ao mundo para viverem experiências de dois tipos principais: provas e expiações ou em missão. O espírito pode escolher vir ao mundo para viver provações e assim evoluir, ou ele pode vir ao mundo em missão, quando é um espírito mais elevado.

No caso do cego do tanque de Siloé, o que aconteceu? O cego fazia parte de um grupo de espíritos que vieram ao mundo especialmente para serem curados por Jesus. Eles escolheram passar por essa prova para que pudessem estabelecer um laço mais estreito com o Cristo, e sendo profundamente tocados pela cura, tivessem a oportunidade de seguir de Jesus, olhar mais atentamente para sua obra, serem sensibilizados pelos prodígios que ele realizava, e assim, esses espíritos tinham uma oportunidade maravilhosa e sublime de evolução, de desenvolvimento espiritual a partir do contato com o ministério do Cristo na Terra.

Dessa forma, nem ele pecou para ser cego e nem seus pais pecaram, mas seu espírito escolheu, antes de nascer no plano material, viver a tribulação da cegueira, passar por todos os sofrimentos de uma grave enfermidade, para com isso se aproximar de Jesus e seguir seus passos rumo ao Reino de Deus. Se ele aproveitou ou não essa valiosa chance de evolução, não sabemos. Mas é certo que ele pediu para nascer cego e, assim, tomando contato com Jesus e a “obra de Deus” que o mestre veio trazer, ele pudesse despertar para a realidade do espírito que ele é.

Jesus explicou que “foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus”. O que é a obra de Deus? Tudo o que Jesus fez e todo o caminho que ele percorreu para conduzir os espíritos sofredores ao reino dos céus, à iluminação espiritual, mais próximo da perfeição do espírito, etc. Por isso, a cura do cego do tanque de Siloé não foi uma questão de karma, de faltas cometidas em vidas passadas, mas sim de escolha do próprio espírito que, num ímpeto missionário de guia para sua purificação, optou em nascer cego para que fosse curado e regenerado por Jesus.

Sim… ser curado por Jesus foi um privilégio imenso para esse espírito como para qualquer espírito. Não é difícil imaginar que, na época, foi feita uma fila imensa de espíritos que aceitaram de bom grado encarnar com as doenças mais terríveis e devastadoras tão somente para serem tocados pelas mãos sagradas do Cristo e receberem a cura…. não apenas a cura exterior, mas principalmente a cura interior.

A cura exterior, para o espírito, é irrelevante… mas a cura interior, essa vale infinitamente mais.

(Hugo Lapa)

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Os espíritos e as datas festivas

 

OS ESPÍRITOS E AS DATAS FESTIVAS

Os espíritos comemoram o ano novo, natal ou alguma outra data festiva?

Essa resposta é bem simples. Não, pois para os espíritos, não há tempo. Os espíritos vivem naquilo que chamamos aqui na Terra de eternidade. Não há passagem de dias, semanas, meses, anos ou eras… Há apenas o eterno agora… e é justamente no eterno agora onde reside a fonte de toda paz e felicidade infinita.

Podemos viver como os espíritos superiores e sermos eterna e infinitamente felizes e ter paz profunda. Basta que para isso passemos a viver plenamente o eterno agora. O momento presente é a fonte de toda criação. Alguns dizem que Deus criou o universo e os espíritos no passado. Mas se não há tempo e tudo o que existe é a eternidade… como Deus poderia ter criado algo no passado?

Não… Deus cria a tudo a todo momento. Justamente por isso a fonte de toda a vida não se encontra nem no passado nem num futuro distante onde só então poderemos nos tornar espíritos puros e perfeitos. Não… nada existe nem no passado nem no futuro. A vida só existe no eterno agora, assim como Deus, assim como a criação contínua, assim como a paz e a felicidade infinita.

Se você fica esperando algum momento do futuro para ser feliz ou ter paz de espírito… desculpe dizer isso, mas você já está morto. Esperar algo acontecer, é morrer a cada segundo. Viver de alegrias do passado é também morrer a cada segundo. Há um ditado que diz: “Quem espera sempre alcança”. Mas os espíritos são bem claros ao dizer que quem espera nunca alcança e viver infeliz, insatisfeito e é como se já estivesse morto.

Se a criação da vida existe no eterno agora, viver fora do agora é viver fora da fonte da vida… e viver fora da fonte da vida é o mesmo que morrer.

Chega de esperar algo… chega de memórias felizes ou infelizes do passado. Ou você para de esperar o próximo ano para ser feliz, ou você vai continuar assim… morto. Assim, respondendo a pergunta inicial, os espíritos mais adiantados não comemoram a passagem do ano, nem datas festivas, nem qualquer passagem temporal do mundo da matéria. Se eles já são eternamente felizes no agora, para que comemorar uma data, ou um tempo que nunca existiu?

(Hugo Lapa)

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