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Archive for the ‘Parábolas’ Category

 

pog695

 

APRENDENDO A DEVOLVER O EMPRÉSTIMO 

Rodolfo pegou um carro emprestado com seu amigo. Era um carro bem luxuoso, com tecnologia avançada e muito confortável. Ficou um mês com o carro e estava adorando. O tempo foi passando e Rodolfo já não conseguia mais imaginar sua vida sem o carro, de tão bom e útil que era.

O tempo foi passando e Rodolfo estava cada vez mais acostumado com o carro. No entanto, após 1 ano de empréstimo do carro, o dono resolveu pedi-lo de volta. Rodolfo ficou arrasado com esse pedido, pois estava muito afeiçoado ao carro, além de ser muito proveitoso em sua vida. Rodolfo perguntou ao dono se não poderia prolongar o empréstimo. O dono disse que não… que realmente precisava do carro e enfatizou que precisava que Rodolfo o devolvesse.

Rodolfo ficou arrasado. Pensou até mesmo em fugir com o carro. Antes que pudesse tomar qualquer atitude, o dono bateu na porta de sua casa e pediu o carro de volta. Rodolfo implorou dizendo que queria ficar com ele mais tempo. O dono foi bastante agressivo dizendo que ele ja havia ficado com o carro por muito tempo. Rodolfo, muito atormentado, pegou uma faca e disse para o homem sair dali. O homem ficou com muita raiva e partiu pra cima de Rodolfo. Sem querer, Rodolfo enviou a faca nele… vindo este a falecer logo depois. A polícia chegou e Rodolfo foi preso.

Essa estória pode parecer exagerada e até sem sentido, mas os seres humanos têm um comportamento semelhante ao de Rodolfo com as coisas e pessoas do mundo. Todos devem compreender que tudo nesse mundo é apenas um empréstimo e que este empréstimo vale apenas por um tempo maior ou menor. Mas a maioria das pessoas não deseja devolver o empréstimo ao verdadeiro dono, que é Deus. Por isso, assim como Rodolfo, acabamos perdendo o bom senso, nos acostumando e apegando tanto que a consequência acaba sendo nossa prisão e a destruição de nós mesmos.

Nada é nosso no mundo. Tudo é um empréstimo de Deus. Todas as coisas e pessoas permanecerão conosco apenas por um tempo. Depois o verdadeiro dono, que é Deus, nos pede tudo de volta… mas quase nunca estamos preparados para devolver tudo o que utilizamos no mundo. Somos tão apegados e dependentes dos empréstimos que morremos antes de abrir mão deles. O resultado é algo semelhante a estória de Rodolfo. Ficamos agressivos, somos presos e acabamos nos destruindo.

Temos apenas o direito de uso, mas não o direito de posse. A posse simplesmente não existe em todo o universo. Por isso, todos deveriam responder a seguinte pergunta: Você tem consciência que nada te pertence e que um dia terá que devolver todas as coisas e pessoas do mundo?

(Hugo Lapa)

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Nosso sustento emocional

 

pog745

 

NOSSO SUSTENTO EMOCIONAL

Uma mulher estava arrasada com o fim do seu casamento. Após 25 anos de matrimônio, ela não conseguia mais seguir sua vida sem seu marido. Ao longo destes 25 anos, seu marido foi seu apoio, seu sustento emocional e agora que tudo acabou, ela simplesmente não conseguia mais viver sem ele.

Após tomar antidepressivos e remédios para adormecer, finalmente pegou no sono. Começou a sonhar que estava no meio de um imenso oceano, totalmente sozinha. Começou a afundar no mar… e um intenso desespero tomou conta dela. De repente, a moça avistou uma boia bem próxima a ela. Não pensou duas vezes e nadou na direção da boia, tentando se apoiar nela para não afundar. Assim que alcançou a boia, agarrou-se a ela e ficou boiando no mar.

No entanto, após um tempo, a boia começou a afundar. “Não é possível”, pensou a mulher. Avistou do outro lado, mais uma boia. Apressou-se a nadar na direção da boia e conseguiu apoiar-se nela. Após alguns minutos, a boia também começou a afundar e a mulher foi submergindo junto. Nesse momento, ela visualizou várias boias, mas sempre que tentava um apoio, as boias começavam a afundar e ela submergia junto.

Desanimada e já sem esperança, a mulher estava quase desistindo de viver e deixando que o mar a tragasse. Assim que começou a afundar, uma luz apareceu no céu e a moça ouviu a seguinte frase: “Não confie no apoio das boias. Confie, isso sim, nos seus braços e pernas e na sua capacidade de nadar por si mesma”. A moça ouviu essa frase e percebeu que nela havia muita sabedoria. Conseguiu então reunir suas forças e fez o que a luz orientou: decidiu não mais esperar o suporte das boias, mas confiar em seus braços e pernas e em sua capacidade de nado.

Nadou por algum tempo e percebeu que havia uma ilha muito bela e cheia de natureza, frutas, cachoeiras e animais bem próximo. Ela nadou até a ilha e assim que chegou em terra firme, acordou do sonho…

As boias do sonho da moça representam todos os apoios ou suportes emocionais em que buscamos nossa estabilidade, nossa segurança emocional e mental. No entanto, assim como as boias do sonho sempre afundavam, os suportes emocionais que criamos em nossa vida sempre “afundam”, ou seja, acabam em algum momento. Quando nossos suportes terminam, nós “afundamos” junto com eles e acabamos definhando e perdendo a nós mesmos.

É muito importante que todos consigam seguir a máxima de sabedoria, proferida pelo espírito de luz. Devemos confiar mais em nossa capacidade de seguir em frente do que em sustentáculos ou alicerces externos a nós. Nossa confiança deve estar pautada em nós mesmos, em nossa força de seguir em frente, e não em suportes externos que sempre nos decepcionam. Como disse Buda: “Faça de ti teu próprio suporte, teu próprio refúgio. Não confieis em nenhum suporte externo a vós”.

 

(Hugo Lapa)

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Marinheiro e o caminho errado

 

pog714

 

MARINHEIRO E O CAMINHO ERRADO

Um marinheiro estava navegando com seu barco a procura de uma ilha que diziam guardar tesouros magníficos.

Ele conduzia seu barco na direção leste, pois era a direção em que a ilha se encontrava. O marinheiro havia vendido todos os seus bens para poder juntar dinheiro e realizar esta viagem, que seria a grande viagem de sua vida.

De repente, uma terrível tempestade começou a se aproximar, com ventos fortíssimos. Os ventos sopraram com tanto furor que levaram o barco na direção oposta, a oeste. O barco foi navegando na direção contrária por por 1 hora, 2 horas, 6 horas até 24 horas fora da rota, até que finalmente o barco se perdeu completamente, ficando à deriva e sujeito à força da natureza.

O marinheiro ficou extremamente bravo e decepcionado com tudo. “Como é possível eu ter vendido todos os meus bens para chegar à ilha e tudo dar errado? Por que Deus envia essa tempestade que me faz ir justamente na direção contrária?” Muitíssimo irritado por tudo ter dado errado e ter se desviado do seu caminho, o marinheiro pegou uma garrafa e começou a beber, apenas aguardando a chegada da morte inevitável.

Exausto… adormeceu por 14 horas. Acordou e abriu os olhos. Observou que seu navio estava passando em frente a uma ilha muito bela. O marinheiro releu as descrições e constatou, muito surpreso, que era a mesma ilha maravilhosa que ele estava procurando. Mas como era possível ter chegado, se o barco foi arrastado na direção oposta? Pegou então sua bússola e constatou que ela estava quebrada, provavelmente sem funcionar a vários dias.

Muitas vezes a sabedoria da vida nos conduz por um caminho que julgamos errado em nossas vidas, como se estivéssemos sendo arrastados para um desvio do caminho que acreditávamos ser o “certo”. Parece que nossos caminhos estão fechados e que estamos seguindo pela rota oposta daquela que seria a “certa”. No entanto, o caminho que julgamos correto nem sempre é o verdadeiro e o que cremos serem “desvios” no caminho não são verdadeiros desvios, mas são exatamente a trajetória que precisa ser seguida.

Somente assim alcançaremos o verdadeiro objetivo do nosso espírito, ao invés dos caminhos limitados humanos.

(Hugo Lapa)

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Felicidade é compartilhar

 

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FELICIDADE É COMPARTILHAR

Há mais de 100 anos, em uma região bem rica de uma cidade, um homem estava apreciando seu jantar. Ele herdou uma imensa fortuna, quase não precisava trabalhar, mas era uma pessoa arrogante e egoísta. As pessoas só o procuravam por interesse. Ele estava jantando quando iniciou uma reflexão…

“Eu tenho tudo nessa vida. Nesse momento eu tenho a minha disposição todos os mais maravilhosos e saborosos pratos do mundo. No entanto, estou aqui, jantando sozinho. A verdade é que estou solitário e infeliz”, pensou ele.

Do outro lado da cidade, na região pobre, uma família também estava jantando. Eles tinham pouca comida. Estava o pai, a mãe, os seis filhos, a avó, o avô e alguns primos. O banquete era escasso, mas todos falavam uns com os outros; todos riam juntos, um brincava com o outro; um contava uma estória aos demais; outro contava uma piada. Eles conversavam muito e compartilhavam o pouco que tinham. Apesar das dificuldades financeiras, todos ali estavam felizes e em paz.

O que essas duas situações nos mostram? Poucos desejam admitir isso, mas a verdade é simples: a felicidade não está em acumular, em reter, em juntar coisas. Felicidade não é conquistar, não é ter mais, não é ganhar.

Felicidade não é aglomerar… felicidade é compartilhar, é dar, é dividir, é conviver partilhando não apenas o que temos, mas o que somos. De que adianta uma criança ter milhares de brinquedos, se ela brinca sozinha? De que adianta um milionário ter a mesa de jantar mais farta, se ele come sozinho?

Felicidade está em trocar, em partilhar, em dar, em conviver oferecendo o que temos e o que somos, mesmo que seja pouco, ou mesmo que compartilhemos a nós mesmos. Como diria o cirurgião Maxwell Maltz: “A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido”. Isso significa basicamente que: quando damos, somos felizes. E quando só pensamos em acumular, o resultado é a infelicidade e o vazio.

Entenda esse princípio e vá ser feliz…

(Hugo Lapa)

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Escola da vida

 

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A ESCOLA DA VIDA

Um rapaz de 16 anos iniciou seu ano letivo na escola. Desde o início ele sempre preferia ficar em bares, em boates, saindo com amigos, ao invés de se dedicar aos estudos. Chegou a faltar em muitas aulas porque enchia a cara no dia anterior e acordava sentindo-se mal. Durante todo o ano agiu da mesma forma. Estudava muito pouco e não prestava atenção nas aulas.

No final do ano seu rendimento escolar estava bem baixo e ele precisou fazer uma prova final, para se salvar da reprovação. Iniciou o exame e percebeu que não sabia responder a maioria das questões. Começou a ficar desesperado e chegou a chorar durante a prova. Lágrimas desciam de seus olhos e uma agonia tomou conta de seu ser. Finalmente respondeu as questões da prova e foi entrega-la ao professor.

O professor olhou a prova e, com ar de tristeza, disse que a maioria das respostas estavam erradas. “Sinto muito, mas você terá que ser reprovado”, disse o professor. Nesse momento, o aluno ajoelhou-se em frente ao professor e implorou que não fosse reprovado. Ele disse: “Professor… por favor, peço que não me reprove. Estou sofrendo muito… Me passe de ano mesmo assim, por favor”. O professor pensou por um momento e disse:

“Desculpe, mas você sabe melhor do que ninguém que você não estudou o ano inteiro. Você não só não pegou nos livros, como faltou muitas aulas, chegou atrasado e não prestava atenção nas explicações que eu dava. O resultado não poderia ser outro senão sua reprovação. Mas preste atenção no que vou lhe dizer agora: se eu simplesmente te aprovasse sem mérito, você não teria nenhum estímulo para transformar sua conduta e passar a ter mais responsabilidades. Você teria a impressão de que o esforço, a dedicação e a seriedade na vida não são necessárias, pois basta pedir e lhe seria concedido. Por isso, vai ser bom para você a reprovação, para que você possa aprender e amadurecer.”

O aluno ficou bem triste, mas a partir daquele dia, mudou seu comportamento e conseguiu se tornar mais maduro.

A história desse menino nos traz um ensinamento muito importante. Muitas pessoas passam boa parte da vida sendo egoístas, interesseiras, querendo levar vantagem em tudo, só pensam em si mesmas, pisam nos outros, desejam se sentir melhores, são arrogantes, pensam mais no individual do que no coletivo, não se cuidam, fazem do dinheiro e do prazer o centro de suas vidas, dentre outras coisas. Quando o efeito de tudo isso bate em sua porta com o aparecimento de doenças, da pobreza, das dificuldades, da perda e de todas as duras provas da vida material, elas ajoelham no chão e imploram a Deus que resolva seus problemas. Fazem milhares de orações, trabalhos, preces, rezam terço, fazem penitências, pagam bruxos e pais de santo para resolver o mal que elas mesmas criaram ao longo do tempo.

No entanto, como Deus, sendo o grande professor da vida, conseguiria nos ensinar se não nos permitisse viver as consequências de nossas próprias ações? Da mesma forma que o professor não pode simplesmente aprovar um aluno que viveu de forma inconsequente durante todo o ano letivo, Deus também não pode curar nossas doenças, melhorar nossas finanças, curar nossa depressão ou tão somente resolver algum dos problemas que nós mesmos criamos. Se assim fosse, como o ser humano poderia aprender, amadurecer e evoluir em espírito?

Cuide agora de orientar sua vida para o bem e a libertação do egoísmo e de todos os vícios humanos, caso contrário, consequências graves baterão a sua porta.

(Hugo Lapa)

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Uma senhora no umbral

 

pog318

 

UMA SENHORA POBRE NO UMBRAL

Numa cidade pequena, havia uma senhora muito pobre. Para não morrer de fome, ela trabalhava como guardadora de carros numa rua pouco movimentada em sua cidade. Alguns moradores da cidade, ao estacionarem seu carro, se negavam a dar um trocadinho para ela. Havia um senhor de meia idade que se solidarizava com a senhora e lhe dava sempre um dinheirinho.

Os outros moradores faziam pouco do senhor que ajudava a senhora. Eles questionavam: Por que você dá dinheiro a essa senhora? Ela não cuida dos carros. Se um ladrão vier, como ela iria impedir? É um dinheiro jogado fora.” O senhor ignorava esses questionamentos e deboches, e continuava dando dinheiro para a senhora. “Não importa se ela é útil nesse trabalho ou não. Ela está lá e está tentando se sustentar”, dizia ele. Os outros moradores continuavam fazendo chacota do senhor e isso durou anos e anos.

Os homens que escarneciam o senhor eram egoístas e arrogantes. Por várias vezes esses moradores haviam jogado pedras na senhora, gritavam contra ela… e tentaram até mesmo expulsa-la de lá. Ela chegou a ser agredida algumas vezes. Mas como ela não tinha outra opção, sempre retornava e vivia dos poucos trocadinhos que algumas pessoas davam.

Certo dia, houve uma grande enchente na cidade e dezenas de moradores morreram, inclusive o senhor, a senhora guardadora de carros e três moradores que por anos caçoaram do senhor e agrediram a senhora. Os quatro homens, inclusive o senhor, acabaram sendo atraídos para as zonas mais escuras do submundo, para onde vão os espíritos não tão adiantados. O senhor estava caminhando por aquele vale sombrio, com fome, com sede e sentindo-se mal. Precisava urgente de uma luz… De repente, ele viu os três moradores da cidade, enterrados no chão e presos em seu egoísmo e agressividade. Ao mesmo tempo em que viu os moradores, o senhor viu uma luz forte descendo do céu que iluminou o ambiente. O senhor olhou atentamente e percebeu que a luz era a senhora, guardadora de carros, pobre, que por anos foi achincalhada e agredida.

O senhor ficou muito feliz e pensou: Graças a Deus ela chegou! Agora ela poderá me ajudar aqui me transmitindo um pouco de luz. No entanto, a senhora passou por ele, se posicionou em frente aos três homens e começou a irradiar luz a eles. O senhor ficou revoltado com aquilo e foi falar com a senhora. Ele disse:

– Senhora, lembro-me que você guardava os carros em minha cidade e esses três homens que agora você manda luz debochavam de você, te atiraram pedras e inclusive te agrediram. Eu, por outro lado, sempre te ajudei, mesmo contra a vontade deles. Por que agora você transmite luz a eles e não a mim?

A senhora olhou amorosamente para o senhor e disse:

– Eu os ajudo agora por um motivo muito simples… Eles estão precisando muito mais de luz do que você.


“Não vim pelos bons, pelos justos, mas pelos pecadores.” (Jesus)

EXPLICAÇÃO DA PARÁBOLA 

Os maus são justamente os que mais precisam de luz, de amor, de compreensão. Sim, eles precisam do nosso apoio, muito mais do que da nossa raiva, da nossa crítica, do nosso julgamento. Aqueles que acham que os bons precisam de mais apoio e luz do que os maus estão se enganando, os bons já tem sua luz, os maus não tem nenhuma, por isso precisam de ajuda. Jesus mesmo disse isso: Não vim pelos justos, mas pelos pecadores.

Pessoas que fazem o bem esperando que em vida ou depois da morte sejam recompensadas, estão se enganando… quem espera recompensa para si seja em vida ou na morte, estão fazendo o bem para si mesmas e não para o outro, estão esperando algo para si, esperam receber algo em troca. O bem deve ser feito pelo bem, a luz pela luz e não fazer o bem para esperar receber o bem depois. Essa é uma atitude do ser humano ainda preso ao ego e as recompensas que espera, o bem que fazemos já fica conosco. Não devemos esperar receber nada.

As pessoas ficam buscando uma “vantagem” para fazer o bem, quando o próprio bem que se faz é o bem que se recebe. É incrível como as pessoas sempre querem uma vantagem, sempre querem estar a frente das outras, ter privilégios até por fazer o bem.

Ninguém que é “bom” tem privilégios diante de Deus. Deus ajuda a todos, mas se você fizer o bem, terá sua luz própria, sem precisar receber a luz de fora. Precisa receber a luz aquele que não tem luz.

As pessoas que acharam ruim esse final, que se sentiram incomodadas pelos maus receberem primeiro a luz porque eles é quem mais precisavam., façam uma reflexão e tentem se descobrir se não estão buscando alguma recompensa do céu por fazerem o bem. Existe sim uma recompensa, que é o próprio bem feito, que se traduzirá como felicidade e paz no plano espiritual, mas não pensem que terão privilégios, que serão mais amados do que os maus, que terão mais atenção de Deus ou dos espíritos de luz. pelo contrário, os espíritos de luz ajudam mais os maus do que os bons, pois os bons já não precisam de tanta ajuda.

O próprio Jesus falou isso: Não vim pelos justos, mas pelos pecadores. São justamente os mais pecadores que mais precisavam de Jesus. Jesus também disse que a ovelha perdida recebe mais atenção do que as 99 ovelhas que estavam com o dono. Não há nenhum privilégio nisso… mas apenas Deus tenta salvar aqueles que estão perdidos, pois quem já se encontrou mais, não precisa de tanta ajuda, pois que já tem consciência e já sabe o caminho.

Além disso, vou fazer uma pergunta e queria pedir que todos refletissem… Foi o senhor que ajudou a senhora dando dinheiro a ela…. ou foi a senhora que ajudou o homem a fazer o bem e a se tornar uma pessoa melhor, mais caridosa e mais solidária? Quem ajudou mais quem? Será que a melhor ajuda para o espírito é receber dinheiro para comer… ou será que ajuda muito mais o espírito se tornar uma pessoa que faz o bem e eleva sua luz?

Ela ajudou mais ele do que ele a ela. As pessoas acreditam que ele ajudou mais porque ele deu dinheiro e a maioria costuma valorizar mais a caridade material, porque no fundo ainda estamos bastante presos a matéria, ao dinheiro. Então acreditamos que dar dinheiro é o mais importante.

Deus não deixa ninguém a própria sorte. Cada espírito precisa aprender a ajudar a si mesmo. No entanto, há espíritos tão mergulhados nas trevas que precisam de um suporte bem maior da espiritualidade. Qual aluno o professor vai ajudar mais, vai estar mais presente, naquele que tirou nota 0 na prova ou naquele que tirou nota 5? Obviamente o professor vai ajudar mais o aluno que teve um rendimento pior nas provas. A lei natural diz que é necessário que assim seja.

O médico vai dar mais atenção e estar mais presente a uma pessoa que pegou uma gripe, ou a uma pessoa que está com um tumor? Obviamente o médico precisa estar mais presente diante de uma pessoa que está com a doença mais grave. Por acaso algum médico pergunta sobre o caráter de uma pessoa antes de decidir cura-la? Não… o código de ética da profissão médica não faz diferenciação entre o bom caráter e o mau caráter na hora da cura. Os médicos atendem todos, independente do que guardam em seu interior. Se o código da medicina terrena não faz esse tipo de distinção entre as pessoas, que dirá os espíritos de luz e os espíritos puros, que amam a todos incondicionalmente.

(Hugo Lapa)

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Cachorro vira lata

 

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O CACHORRINHO VIRA LATA 

Um cachorrinho vira lata vivia na rua desde que nasceu. Estava sempre com fome e em busca de alimento. 

Na vizinhança onde ele morava havia vários homens que não gostavam de animais. Assim que o cachorrinho chegava em frente às lojas e restaurantes para procurar comida, rapidamente os lojistas e garçons o ameaçavam, jogavam água nele e por vezes até o batiam. O cachorrinho, ainda com fome, fugia de lá bem triste e sempre pensava:

“Os seres humanos não são bons. Eles sempre me maltratam. Todos eles são maus.”

Certo dia, o cachorrinho estava procurando comida numa cesta de lixo e viu um homem se aproximando dele. O cachorrinho viu que o homem estava perto e saiu correndo. O homem continuou correndo atrás dele. O cachorrinho então correu ainda mais… O homem pegou um carro e foi atrás dele. O cachorrinho correu, correu, mas como estava fraco por causa da fome, não conseguiu mais correr e resolveu parar. O homem desceu do carro e o capturou.

O cachorrinho pensou: “Esse homem agora vai me fazer algum mal, pois todos os homens são maus.”

O homem então estacionou seu carro numa fazenda enorme, com rios, lagos, muito verde e outros animais. O homem soltou o cachorrinho na fazenda e lhe disse:

“Oi meu amiguinho. Esta aqui é sua nova casa… Aqui você terá muito espaço para correr e brincar. Você comerá o quanto quiser e vou te dar muito amor e carinho.”

O cachorrinho, após um tempo, sentiu que o homem era bom… e se arrependeu por um dia ter acreditado que todos os homens eram maus.

Esta estória nos mostra que não devemos nunca classificar em bom e mau, positivo ou negativo, pessoas, coisas e situações da vida com base em nossas experiências passadas. Ninguém deve rotular nada, categorizar nem adiantar um juízo sobre algo tomando como referência nossas experiências prévias. Nem sempre nossas experiências passadas, sejam positivas ou negativas, traduzem a verdade total sobre algo ou alguém. Aquele que faz isso pode perder grandes oportunidades na vida… Pode deixar de aprender, de experimentar e até de viver mais plenamente.

 

(Hugo Lapa)

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