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Archive for the ‘Parábolas’ Category

Viver em paz

 

VIVER EM PAZ

Era uma vez uma jovem que vivia preocupada. Ela não conseguia ter paz, pois desejava conseguir certas coisas na vida.

Essas preocupações com a vida geravam grande estresse nela. Então ela pensava: “Deixarei de ficar tão preocupada quando conseguir passar na faculdade”.

Após alguns anos, ela passou numa boa faculdade.

Tempos depois, ela sentiu que estava muito tempo sozinha e ficou com medo de nunca casar. Ela então pensou: ““Deixarei de ficar tão preocupada quando conseguir casar com o homem que eu amo”.

O tempo passou e ela conheceu um rapaz muito bom. Apaixonou-se e casou numa linda festa. No entanto, ela não conseguia engravidar e ficou muito preocupada de nunca ter filhos e não poder constituir uma família. Ela então pensou: “Deixarei de ficar tão preocupada quando conseguir engravidar”.

Após alguns anos, ela finalmente engravidou… Seu marido perguntou se agora ela estava tranquila e despreocupada. Ela disse que sim…

No entanto, pouco tempo depois, o bairro em que ela morava se tornou muito perigoso, com muitos assaltos e assassinatos… Novamente as preocupações voltaram de forma intensa e mais uma vez ela estava muito nervosa. Ela então pensou: ““Deixarei de ficar tão preocupada quando conseguir me mudar para um local mais tranquilo, com menos violência”.

Passados 15 anos, seu marido conseguiu um emprego melhor… e eles se mudaram para uma região mais segura da cidade. “Agora estou mais calma”, pensou.

Logo depois, seu filho começou a não se dar bem na escola… e mais uma vez as preocupações retornaram com toda força. Ela então pensou: “Deixarei de ficar tão preocupada quando meu filho estiver bem encaminhado na vida”.

Mas os anos foram passando… e o filho não ia bem na escola, não passou na faculdade e não conseguia emprego. Ela estava muito nervosa com essa situação.

Os anos passaram… e seu filho acabou conseguindo um bom emprego numa grande empresa. Ela respirou aliviada e pensou que, agora sim, finalmente, pela primeira vez em sua vida. ela poderia se despreocupar e ter um pouco de paz de espírito.

No entanto, pouco tempo depois, ela descobriu uma grave doença… e começou rapidamente a fazer muitos tratamentos para se curar. Ficou muito preocupada em morrer… e não conseguia mais ter paz. Ela então pensou: ““Deixarei de ficar tão preocupada quando conseguir me curar dessa doença”.

Mas aconteceu que o tratamento não fazia efeito… e ela ficou ainda mais preocupada. Meses depois, ela foi a óbito… e acabou morrendo bastante preocupada e infeliz.

Essa história nos mostra uma lição muito importante para a vida. Pessoas que vivem esperando segurança, estabilidade e circunstâncias favoráveis para só depois conseguirem se despreocupar de tudo jamais conseguirão ter paz. A crença de: “vou ficar despreocupada quando meu filho se der bem na vida” ou “vou ficar em paz quando conseguir um emprego” é falsa, é uma grande ilusão, pois tudo sempre pode mudar a qualquer momento e a paz é perdida mais uma vez.

Por isso, todos precisam compreender essa verdade: ou você tem paz agora, independente das circunstâncias da vida… ou você nunca ficará despreocupado e nunca terá a tão esperada paz. Ou você tem paz agora, ou nunca terá. Ou você se despreocupa de tudo agora… ou viverá sempre com preocupações. Esperar alguma coisa acontecer para só então se despreocupar é seguir pelo caminho que nos leva a uma preocupação infindável… uma preocupação que nunca, nunca mesmo poderá ter um fim.

(Hugo Lapa)

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A verdadeira vida

 

A VERDADEIRA VIDA

Carlos era um homem de negócios, possuidor de duas empresas lucrativas e estava sempre cheio de milhares de compromissos. Vivia com a agenda cheia, indo pra cá e pra lá e quase nunca parava. Era muito requisitado, estava sempre atrasado e viajava muito para manter seus lucros. Vivia preocupado, cansado, estressado e ansioso por fazer muitas coisas.

Certo dia, Carlos estava correndo de carro para chegar a uma reunião e sofreu um grave acidente. Foi resgatado, mas os médicos disseram que, devido a batida e ao choque de sua coluna, Carlos nunca mais andaria novamente. Carlos saiu do hospital e caiu numa grave depressão. Tomava mais de 10 medicações entre antidepressivos, ansiolíticos e remédios para dormir e começou a beber muito. Comprou uma cadeira de rodas, mas agora não tinha mais como se movimentar, como participar das reuniões, como viajar, como assumir muitos compromissos. Vendeu uma de suas empresas e deixou um gerente responsável pela outra.

Certo dia, viveu uma forte experiência espiritual e depois disso nunca mais foi o mesmo. Carlos começou a andar com sua cadeira de rodas na praça todos os dias. Passado algum tempo, os amigos começaram a perceber que Carlos estava muito mais calmo, vivia mais em paz, estava sempre sorridente, parecia muito leve, solto, espontâneo e feliz. Um amigo foi conversar com ele e disse:

– Carlos, todos estão comentando que você está muito, muito melhor… mas como é possível que depois do acidente você esteja tão bem? A maioria estaria revoltada e infeliz.

Carlos respondeu:

– Que nada… Nunca me senti tão bem como agora. Antigamente eu corria muito, fazia tudo com pressa, vivia tenso, viva cheio de compromissos, com muitas coisas na cabeça ao mesmo tempo, mas com a perda das pernas, eu comecei a desacelerar, a caminhar mais devagar, a olhar para a praça que eu quase nunca olhava, a ver as crianças brincando, a sentir o vento em meu rosto, a olhar os pássaros no céu, a ouvir a vida e as pessoas… a sentir os raios do sol. Comecei a me sentir mais leve, solto e livre… a me enxergar, a tranquilizar meus pensamentos, a não ficar mais sempre buscando o futuro e preso ao passado. Agora que não posso andar, não tenho mais a ânsia em estar em um lugar onde não estou… agora fico tranquilo e sinto alegria exatamente onde me encontro. Quando fiquei mais lento por causa da perda das pernas, minha existência ficou mais vivida e comecei a viver de verdade e não apenas a existir e responder cegamente aos estímulos e aos milhares de desejos.

Carlos concluiu dizendo:

– Perdi a perna, mas ganhei a verdadeira vida, que nunca havia vivido. Por estar em muitos lugares, eu acabava não estando em lugar nenhum. Por tentar viver de milhares de formas, eu perdia completamente minha vida. Por querer o mundo inteiro, eu acabava perdendo a mim mesmo e perdia o essencial que está aqui e agora.

As perdas, as decepções, as traições, as doenças e tudo aquilo que rotulamos como mal e negativo podem ser a maior benção de nossas vidas. Carlos compreendeu a verdadeira vida… Ao invés de correr pra lá e pra cá em busca das migalhas da ilusória satisfação humana, vamos passar a enxergar a vida infinita que existe nesse simples momento…

(Hugo Lapa)

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O monge que nunca se abala

 

O MONGE QUE NUNCA SE ABALA

Na antiguidade havia um monge chamado Mahananda. Este monge era conhecido como um homem que jamais revidara uma ofensa ou uma agressão.

Não importa o que outra pessoa havia feito. Ele podia ser ofendido, agredido, maltratado, roubado, etc. Mahananda nunca se alterava e sempre devolvia o mal com o bem. Mahananda costumava dar uma bela flor a todos aqueles que um dia lhe ofenderam durante a vida

Certo dia, um homem viu Mahananda caminhando pela aldeia e resolveu lhe fazer uma pergunta. Ele disse:

– Mahananda, você é conhecido por todos como um monge que nunca se zanga com as maldades que outros já fizeram a você. Inclusive você já distribuiu suas flores a muitas pessoas. Como você consegue não se deixar envolver pelo mal?

Mahananda respondeu:

– Preste atenção nisso… Se eu devolver o mal com o mal, esse mesmo mal estará dentro de mim e terei sido intoxicado por ele. Mas se eu devolver o mal com o bem, o bem nasce dentro de mim e nenhum mal pode destruí-lo. Sendo assim, não tenho com o que me preocupar com o mal que vem de fora. Preciso apenas me resguardar de sempre manter o bem, a paz e o amor que existe dentro de mim mesmo.

E você, está mantendo o bem, a paz e o amor dentro de você, ou está cedendo e mantendo a turbulência, a mágoa e ao ódio em seu interior?

(Hugo Lapa)

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Bom e o melhor

 

SABEMOS O QUE É BOM E CERTO?

Um adolescente pediu um carro de presente ao seu pai. Sua família era muito pobre, e por isso, o pai não podia dar um carro de presente para o filho.

Como eles sempre foram pobres e o pai sentia-se um pouco culpado por não poder dar algo bom ao filho, decidiu que trabalharia dobrado para poder comprar um carro, na verdade um carrinho simples, mas que faria a alegria do rapaz. Trabalhou durante 5 anos dobrado, fazendo bicos, economizando muito… e de pouquinho em pouquinho, foi conseguindo juntar o valor do carro.

Certo dia, o pai chegou em casa e chamou o filho pra fora. O rapaz saiu de casa e foi para a rua… Para sua imensa alegria, lá estava seu pai e ao lado o tão sonhado carro. O filho abraçou o pai e logo pegou as chaves do veículo, todo contente com a nova aquisição. O pai pensou: “Que bom, ao menos consegui dar algo de bom ao meu filho. Foi duro, mas me esforcei para dar o melhor para ele”.

Duas semanas depois, o pai estava voltando do trabalho quando a viu sua esposa gritando desesperada na rua. Os vizinhos estavam tentando acalma-la. O pai chegou e perguntou o que houve. “Nosso filho morreu!” gritou ela. “Morreu num acidente de carro”.

O pai caiu no chão e ficou atônito e inconsolável. Havia perdido seu único filho. Olhou para o céu e disse: “Meu Deus… jamais desconfiei que o carro que tanto me esforcei para obter seria justamente o caixão do meu filho”.

Essa estória nos instiga a uma importante reflexão. Sabemos mesmo o que é bom para uma pessoa? Sabemos o que é o melhor para o outro? Uma coisa que num determinado momento e num contexto de nossa vida parece boa, ótima, maravilhosa, correta e que traz uma grande satisfação, pode depois se transformar em algo terrível, mau, péssimo, destrutivo e nos fazer infelizes. Esse é o caso do pai que achou que estava dando algo bom para seu filho, mas não desconfiou que estava, na verdade, comprando seu caixão.

Por isso, fica o questionamento: sabemos o que é bom? Sabemos mesmo o que é melhor? O que acreditamos ser o bom, o melhor, o certo, pode na verdade não ser… Desconfie sempre dessas noções de bom e mau, certo e errado, melhor e pior, pois muitas vezes essas concepções são limitadas dentro de nossa visão igualmente limitada e parcial da realidade.

(Hugo Lapa)

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A queda dolorosa

 

A QUEDA DOLOROSA

João era um homem que vivia pela sua esposa. Ele fazia tudo por ela. Sua vida girava em torno da vida dela. Sua mulher era tudo para ele. É possível dizer que João se apoiava emocionalmente nela. Sim, ela era seu sustento psicológico.

Certo dia, a esposa o chamou para conversar e disse que iria embora, pois havia se apaixonado por outro homem.

O mundo de João desabou naquele momento. Ele caiu no chão e ficou em prantos por dias, sem comer, sem dormir, sem fazer nada, apenas chorando e muito deprimido. Depois desse término, não conseguiu mais se reerguer e continuar sua vida.

Depois de 2 anos de grave depressão, já não aguentava mais essa situação. Foi conversar com um monge budista e contou tudo o que lhe ocorreu. O monge pensou e disse:

– O que aconteceu com você é o que acontece com todos aqueles que se apoiam no outro, que buscam no outro a sua sustentação emocional. Quando nos apoiamos em alguém, ficamos confortáveis até um certo momento, mas um dia a pessoa vai embora, e quando perdemos nosso sustento, caímos no chão. Sim, quando nosso apoio vai embora, o resultado inevitável é a queda. Foi o que ocorreu com você, que fazia de sua esposa seu apoio… e quando você perdeu seu apoio, caiu e até hoje não conseguiu se levantar e seguir sua vida. Esse é o grande problema de todos aqueles que buscam se sustentar emocionalmente através do outro e fazem sua vida depender disso.

João ficou surpreso com a verdade das palavras do monge. Ele compreendeu bem a lição e jamais a repetiu no futuro. Nunca mais, em toda a sua vida, buscou sustentar-se nos outros.

É preciso sempre viver de acordo com essa máxima: Aquele que se sustenta no outro sempre “cai no chão” quando o outro vai embora. E essa queda pode ser tão dolorosa que não conseguimos mais nos levantar e seguir.

“Não busque nenhum sustento exterior a vós, mas faça de ti mesmo teu próprio suporte”. (Buda)

(Hugo Lapa)

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Jogo da vida

 

O JOGO DA VIDA

A vida humana na matéria é semelhante a um jogo de videogame.

Imagine que você foi colocado, pelo seu psicólogo, para jogar um vídeo game a fim de trabalhar sua raiva durante o jogo. O objetivo é jogar sem ficar com raiva de ter errado, de não jogar direito, de não passar de fase, etc.

No entanto, quando a pessoa começa a jogar, ela esquece que o objetivo principal é aprender a não ficar com raiva, a desenvolver a paciência, então ela acaba ficando mais preocupada em ganhar o jogo. Ela deixa de lado o tratamento da sua raiva e passa a se concentrar em vencer o jogo, em passar de fase, em ser bem sucedido no game, ganhando mais e mais pontos. Quando ela perde, ela começa a ficar com mais e mais raiva… e isso faz a pessoa sofrer e ficar presa ao jogo, pois ela quer vencer a todo custo, para provar que é boa.

Acontece algo muito semelhante com o espírito que vem ao mundo. O espírito vem à matéria a fim de desenvolver algum aspecto interior do seu ser infinito e eterno, para que ele possa despertar a paz eterna e a felicidade eterna. No entanto, ao invés de buscar seu crescimento interior, ele se deixa envolver pelas coisas do mundo e passa a buscar apenas o “vencer o jogo da vida”. Ele passa a se preocupar em ganhar, em ter sucesso, em acumular dinheiro e bens, em ser elogiado, em ter prazer, em ter fama, etc.

No momento em que fica apegado e preocupado em “vencer o jogo”, ele deixa de lado a principal razão dele estar aqui, que é o crescimento interior, o desenvolvimento das virtudes da alma imortal. Ele passa a ser regido pelas normas do jogo transitório da vida mundana e não pelos princípios perenes do espírito. Fazendo isso, ele vai pulando de sofrimento em sofrimento, de ilusão em ilusão, acreditando que aquele jogo é real e que ele é aquele personagem do game. Ele vai vivendo na ilusão até vem o “game over” da vida… e a morte o conduz ao plano espiritual. O espírito então fica com uma imensa sensação de inutilidade e tempo perdido, e assim, sofre, fica atormentado e não consegue ter paz no plano espiritual.

Todos devem saber que não viemos ao mundo para vencer no “jogo da vida”, mas sim para a realização do despertar espiritual, que nos libertará das imperfeições do nosso ser.

 

(Hugo Lapa)

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A busca do diamante sagrado

 

A BUSCA DO DIAMANTE SAGRADO

Há muitos séculos atrás, havia um homem que possuía um diamante extremamente precioso, que para ele era muito sagrado. Era um diamante belíssimo, de inestimável valor, que estava há várias gerações em sua família.

Certo dia, ele acordou e foi procurar o diamante, mas não o encontrou. Procurou em todos os cantos da casa, mas nada do diamante aparecer. Sua filha disse que alguém poderia ter entrado na casa à noite e roubado a pedra preciosa. O homem então decidiu sair e procurar o diamante em todos os lugares. Começou procurando em seu vilarejo, mas não encontrou. Saiu do vilarejo e foi buscar em outras regiões. Procurou muito, conversou com centenas de pessoas, ofereceu recompensas para quem o ajudasse, entrou na casa de alguns suspeitos, observou tudo e todos… mas não consegui encontrar.

Resolveu então que deveria viajar pelo mundo em busca do diamante. Viajou por vários dias, semanas, meses… Não encontrou. Percorreu regiões muito remotas da Terra, foi em países muito distantes, com diferentes línguas, outros costumes, conheceu milhões de pessoas diferentes, saboreou a comida dos recantos mais escondidos do mundo, mas não encontrou o seu diamante.

Deu a volta ao mundo e, sem sucesso, regressou a sua casa, desistindo de procurar o precioso diamante. Lá chegando, quis muito descansar. Tirou sua roupa… e para sua total surpresa, estarrecido percebeu que o diamante estava preso a um colar dentro de uma caixinha, que havia colocado em seu pescoço, mas esqueceu que ele mesmo o havia colocado lá.

O ser humano costuma perder sua vida buscando milhares de coisas, percorrendo o mundo para saciar seus desejos e sonhos, sem desconfiar que o diamante sagrado que ele tanto procura está nele mesmo. As pessoas buscam casar, ter filhos, ganhar dinheiro, ter saúde, ter os melhores cargos, boa reputação, elogios, prazer, conforto, estabilidade, tudo isso para encontrarem seu precioso diamante da paz e da felicidade. No entanto, a felicidade, a paz, o amor, a harmonia e todas as alegrias e bem-aventuranças que sonhamos e buscamos já estão aqui conosco, lá no fundo, escondidas em nosso interior… não estão fora de nós, mas estão dentro de nós… em todos os lugares e em lugar nenhum. Quanto tempo mais você vai perder percorrendo os quatro cantos do mundo procurando pelo “diamante” que já está com você?

O mesmo ocorre com a busca por Deus. Os homens buscam a Deus em todos os lugares, percorrem o mundo inteiro em busca do divino, mas não desconfiam que Deus está presente neles a todo momento. Não se pode buscar alguma coisa que já está conosco sempre, agora… e eternamente. Buscar algo pressupõe que haja algo fora que precisa ser encontrado. Mas se Deus está em todos os lugares e em nós mesmos a todo momento, qual o sentido da busca? O ponto de saída do início da busca é o mesmo ponto de chegada, o alfa e o ômega possuem a mesma essência. Quando desistimos de toda busca, não apenas por Deus, mas por qualquer coisa, só então encontramos o infinito e o eterno em nossa vida. Toda a riqueza inesgotável do divino está ao seu alcance, aqui e agora, nesse momento, na mais profunda simplicidade e naturalidade, para todo o sempre.

Basta abrir os olhos e se libertar desse sono da ilusão do mundo.

(Hugo Lapa)

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