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Archive for the ‘psicologia’ Category

Profecia Autorrealizável

VOCÊ SABE O QUE É PROFECIA AUTORREALIZÁVEL?

Quando uma pessoa tem uma crença tão forte em alguma coisa, essa crença acaba influenciando seu comportamento e fazendo com que essa crença, mesmo sendo falsa, se realize no mundo.

A profecia autorrealizável é um processo psicológico onde de tanto acreditar em algo, acabamos por produzir esse algo na realidade. Se uma pessoa acredita que é um fracasso, essa crença pode influenciar seu comportamento, pode suscitar temores, pode desequilibra-la e pode gerar uma série de efeitos que farão com que o fracasso, de fato, aconteça em sua vida.

Nossas crenças tem o poder de influenciar nosso comportamento a ponto de fabricar essas supostas verdades na prática. De tanto crer, algo acaba mesmo por acontecer, pois a produzimos com nossa convicção de que vai ocorrer, de que as coisas são assim, ou mesmo pela nossa insegurança que induz o erro.

As profecias autorrealizáveis existem também não apenas no âmbito psicológico, mas em outras áreas da sociedade. Por exemplo, se a imprensa divulga uma informação falsa de que o banco X está à beira da falência, a tendência é o público acreditar nessa informação sem questionar. Quando isso ocorre, a maioria dos correntistas podem correr ao banco para retirar seu dinheiro, e dessa forma, o banco pode mesmo ir a falência.

Muito cuidado com as profecias autorrealizáveis em sua vida. Se você crê tanto que é isso ou aquilo, sua crença pode induz um conjunto de ações que podem produzir esses mesmos resultados. Portanto, duvide de suas crenças e não permita que elas influenciam em seu comportamento.

(Hugo Lapa)

 

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Você é Perfeccionista?

VOCÊ É PERFECCIONISTA?

Segue abaixo algumas explicações sobre o perfeccionismo:

Perfeccionismo não é sinônimo de sucesso, realização pessoal e busca pela excelência, mas sim uma tentativa obsessiva e recorrente de evitar os próprios erros.

A principal característica do perfeccionista não é o desejo pelo sucesso, mas o medo da fracasso.

O perfeccionista deseja já ser perfeito, acertar a todo custo, fazer tudo corretamente. Ele não reconhece que é necessário dar um passo de cada vez.

O perfeccionista pode ser muito preocupado com a visão dos outros a seu respeito. Muitas vezes ele quer provar aos outros e a si mesmo o quanto é bom, e por isso não pode errar.

A busca pelo ideal de perfeição é uma das características mais predominantes do perfeccionista. Ele acredita que suas ações, suas tarefas, seu trabalho e tudo em sua vida deve corresponder a um determinado ideal que ele criou.

Caso sua obra se afaste, mesmo que um mínimo, desse ideal de perfeição, tudo parece estar errado, e ele sofre por isso.

O perfeccionista geralmente não consegue terminar as coisas. Não conclui seus trabalhos e muitas vezes não consegue nem inicia-los, pois se algo sai diferente do que ele imagina em seu ideal, já não está bom, não presta, está ruim, e assim, ele nunca inicia ou termina nada.

Uma crença que geralmente acompanha o perfeccionista é que ele só poderá ser aceito se for perfeito. Ele tem que ser o melhor pai, o melhor marido, o melhor empregado, uma pessoa popular, dinâmica, inteligente, ou mesmo uma pessoa exemplar, imaculada, sem erros e sem qualquer desvio. Para o perfeccionista, os erros já são sinais de que ele não será aceito e nem amado.

Pessoas perfeccionistas geralmente se cobram muito, são extremamente exigentes consigo mesmos e preocupadas em ser muito produtivas. A autocobrança pode chegar a níveis extremos, gerando cansaço, debilidade, desespero e até mesmo sintomas físicos, como dores de cabeça.

O desânimo é outro sintoma muito presente no perfeccionista. Como para ele nada está bom, ou do jeito que ele queria em seu ideal, a tendência é se cair no desânimo, e até mesmo na depressão. Como seus projetos não andam pelo medo do erro, ele se vê desmotivado e sem força para seguir em frente.

Pelo medo quase obsessivo de errar, o perfeccionista pode ter medo ou evitar ao máximo situações onde ele sabe que estará sujeito à avaliação crítica de outras pessoas. É comum que perfeccionistas tenham medo de falar em público por conta da exposição a que estarão submetidos.

Por outro lado, a crítica de outras pessoas pode, em muitas situações, deixar o perfeccionista arrasado e triste.

A busca pelo ideal é sempre frustrante, pois todo ideal é sempre inatingível. Por esse motivo, o perfeccionista tende a ser um eterno insatisfeito por não conseguir corresponder ao ideal criado e mantido por ele. A insatisfação costuma ser uma marca do perfeccionista. Ele sempre busca a satisfação naquilo que não pode ser conquistado.

O ideal de perfeição do perfeccionista faz com que ele projete objetivos muito grandiosos, que dificilmente serão alcançados, e quando não atingem seu objetivo, eles se frustram.

Os erros fazem parte da vida humana. Ninguém pode viver sem errar, até porque os erros que cometemos são sempre experiências ricas em aprendizados. Você é um ser humano, e seres humanos são passíveis de erros. Não tente ser um super-homem. Aceite as limitações inerentes a condição humana. Assim você tem mais chance de ser feliz.

Autor: Hugo Lapa

Atendimento com Terapia de Vidas Passadas

lapapsi@gmail.com

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Aprendendo com os Erros

 

É incrível o número de cursos e palestras hoje que ensinam as pessoas a alcançar o sucesso. É um tal de “motivação para o sucesso” aqui… “Seja lider e vença na carreira”, o sucesso disso, o sucesso daquilo… etc, etc.

Porém, eu nunca vi um curso cujo título fosse “Aprenda com o fracasso”. Ou “saiba lidar com as frustrações”.

Nossa sociedade atual não ensina as pessoas a se prepararem para a derrota. Ela ensina que as pessoas devem vencer a todo custo, não importa se estão felizes ou infelizes, não importa se vão aprender com os erros ou não, não importa se elas sabem ou não perder. É preciso vencer, vencer, vencer, ter sucesso, ganhar dinheiro, ter prosperidade. Mas poucos se prestam a viver bem mesmo nas derrotas, ou a aprender com os erros e as frustrações.

Atingir nossos objetivos é bom, mas descobrir os verdadeiros objetivos é melhor ainda. A maior parte das pessoas busca objetivos falsos, ilusórios. Não sabem o que quer, e por isso acham que estão vencendo ou tendo sucesso.

O maior passo para o sucesso ou para atingir nossos objetivos é descobrir nosso verdadeiro desejo, ou descobrir aquilo que essencialmente nos faz feliz. Quem descobriu isso já tem meio caminho andado, e não vai perder tempo com falsos objetivos e um ilusório sucesso.

 

(HUGO LAPA)

Atendimento com Terapia de Vidas Passadas em São Paulo.

MAIL: lapapsi@gmail.com

Facebook: http://www.facebook.com/hugo.lapa.7

OBS: Este artigo é registrado e não pode ser postado em qualquer meio impresso ou eletrônico sem a prévia autorização da autor. Os infratores estarão sujeitos à penalidade conforme a lei dos direitos autorais.

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GRANDES CORPORAÇÕES

As indústrias farmacêuticas lucram com a doença. Quanto mais enfermidades, maior o lucro.

Os grandes bancos lucram com a dívida. Quanto mais pessoas endividadas e desesperadas pagando juros, maior o lucro.

As empresas de marketing lucram com a suscetibilidade. Quanto mais pessoas sugestionáveis e alienadas, maior o lucro.

As indústrias de cosméticos lucram com a insegurança e a baixa autoestima. Quanto mais pessoas inseguras e com baixa autoestima ansiando por beleza, maior o lucro.

As empresas de fast-food lucram com os transtornos alimentares e com a carência. Quanto mais pessoas suprem suas faltas e angústias com a comida, maior o lucro.

As indústrias da moda lucram com a solidão. Quanto mais pessoas desejando ajuste e aceitação, maior o lucro.

As empresas de bebida e cigarro lucram com a dependência química. Quanto mais pessoas viciadas e intoxicadas, maior o lucro.

É neste mundo que você quer viver?

Não se deixe seduzir pelas promessas daqueles que só visam o lucro irrestrito.

Você não precisa de nada disso, você é perfeito do jeito que é. Você é luz em desenvolvimento na Terra. Liberte-se de suas carências e apegos e descubra a felicidade infinita que existe latente em você. Libertar-se não é uma questão de capacidade, mas de escolha.

Autor: Hugo Lapa

Atendimento com Terapia de Vidas Passadas.

MAIL: lapapsi@gmail.com

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Antigamente

ANTIGAMENTE

Antigamente, eu ficava bem preocupado com o que os outros pensavam de mim. Hoje tenho consciência que sou uma pessoa digna e honesta, e sei que as pessoas vão pensar o que quiserem, e isso em nada afeta meu modo de ser e quem eu sou em essência.

Antigamente, eu queria provar algo aos outros. Hoje descobri que, na verdade, sentia uma grande insegurança, e por isso tentava demonstrar algo, não às pessoas, mas a mim mesmo. Hoje vejo claramente que, quando se tem confiança naquilo que somos, não precisamos provar coisa alguma.

Antigamente, eu fazia de tudo para os outros gostarem de mim. Hoje sei que as pessoas precisam sentir afeição por quem eu sou, e não por quem eu pareço ser. Sei também que pessoas que mendigam o afeto das outras quase nunca conseguem o que desejam. Por ansiarem tão vorazmente o amor e a admiração dos outros, elas passam a ser aquilo que os outros esperam que elas sejam, e assim, caem num abismo profundo de um eu fantasioso e irreal.

Antigamente, eu acreditava que poderia esconder meus problemas não pensando neles e me concentrando nas questões objetivas do mundo. Hoje sei que por mais que se tente, não se pode fugir das emoções profundas que estão armazenadas dentro de nós. Podemos tentar burlar, dissimular, distorcer, etc, mas a verdade é a verdade. Ela não se modifica por nossa vontade. Hoje sei que, somente encarando de frente aquilo que nos assola é que se pode dissolver os nós profundos das feridas interiores e seguir em frente.

Antigamente, eu achava que o mundo deveria corresponder aos meus anseios e necessidades. Achava que os outros tinham que me servir e sempre lutava pelos “meus direitos”. Hoje vejo que cumprir meus deveres é muito mais importante e digno, e que de nada adianta tentar modificar o mundo e as pessoas; ninguém se curvará as minhas pretensões de como o mundo deve ser. O mundo é o que é. Não quero mais que as pessoas sejam da forma que eu acho que devem ser, eu me esforço por aceitar, sem me acomodar, à realidade que se apresenta. Hoje busco apenas melhorar a mim mesmo e ajudar a quem necessita.

Antigamente, eu pensava que podia viver uma vida superficial e mesmo assim ser feliz. Vivia vendo novelas, bebendo, fumando, jogando conversa fora, fazendo sexo sem amor. Hoje vejo que, para ser feliz é necessário olhar a vida como ela é, além do véu aparente que encobre a existência. Não é possível cortejar a ilusão e ser feliz. Ou se vê a realidade para ser feliz, ou se vive uma vida de quimeras e devaneios que só poderá trazer a solidão e a infelicidade.

Antigamente, eu queria ajudar as pessoas a todo custo. Via-me como uma espécie de salvador que poderia socorrer muitas pessoas com minhas capacidades. Hoje sei que cada pessoa tem total poder de lidar com seus contratempos e dissabores, e negar isto é recusar-se a crer no potencial espiritual que cada pessoa tem de crescer a partir de seus próprios percalços , conflitos e limites. Compreendi que, por superestimar minhas habilidades, acreditei que poderia “salvar” as pessoas. Mas entendi que só as próprias pessoas se salvam, e que o máximo que podemos fazer é indicar o caminho e dar um suporte quando necessário. Por outro lado, de nada adianta ajudar aqueles que não querem ser ajudados.

Antigamente, acreditava que deveria ter um compromisso com o sucesso; deveria me debruçar sobre os melhores cargos, os melhores salários; ser alguém de destaque, alguém com uma imagem intocável nos negócios. Hoje sei que buscar a todo custo o sucesso é fazer um contrato com a infelicidade. Ninguém pode ser feliz buscando o sucesso e a fama a todo custo. Quando chegamos ao topo o único caminho possível é o da descida. Quem não valoriza aquilo que possui vive desejando aquilo que não possui, e não há maior pobreza do que viver a vida ansiando ter aquilo que não tem. Quanto maior o desejo e a expectativa, maior a frustração; quanto mais criamos um ideal de como tudo deve ser, mais vivemos numa ilusão criada por nós mesmos. Quando desejamos o destaque e o status quo acabamos por não dar valor às coisas simples da vida, que são as mais importantes.

No final das contas, é o cheiro da grama, a brisa que sentimos num final de tarde, a chuva caindo sobre nós, o abraço do ser amado, a visão de um pôr do sol, o canto dos pássaros, o contato com a simplicidade e naturalidade da vida, do cosmos, do infinito… é isso que nos faz felizes de verdade. Não se deixe tragar pelas miragens do mundo, pelas imagens que seduzem, pelas formas exteriores, por aquilo que é consumido pelas correntezas do tempo… Busque o real além da ilusão, e terá paz e felicidade jamais sonhadas.

Autor: Hugo Lapa

Atendimento com Terapia de Vidas Passadas

MAIL: lapapsi@gmail.com    

    OBS: Este artigo é registrado e não pode ser postado em qualquer meio impresso ou eletrônico sem a prévia autorização da autor. Os infratores estarão sujeitos à penalidade conforme a lei dos direitos autorai

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Prender a Pessoa que Amo

Que pensar daqueles que querem possuir uns aos outros, agindo como se aquele ser humano lhe pertencesse?

Tudo o que desejamos possuir acaba se esvaindo e morrendo. É como a estória do homem que deseja ter uma flor apenas para si, retira-a da terra e poucos dias depois ela morre. Se esse homem mantivesse a flor em seu local natural de origem, no local onde ela retira sua energia vital, ela continuaria a viver. Sempre que desejamos cercear a liberdade de outrem, acabamos por perder essa pessoa. Não vês isso em grande número na vida humana? Uma pessoa que deseja possuir outra sempre a acaba perdendo, de uma forma ou de outra. Ela cria as condições para a pessoa se afastar e reprime seu modo de ser natural, de modo que o outro não consegue mais expressar-se tal como é, perdendo sua liberdade e seu jeito de ser.

Todo aquele que prende o outro, está tão preso quanto àquele que foi aprisionado. Observe um policial que monta a guarda na porta de um presídio impedindo que um preso perigoso escape. Nesse caso, apenas o encarcerado está preso? Não, o guarda que permanece dia e noite na porta da cela está tão preso quando o bandido. Da mesma forma, se uma pessoa fica querendo prender a outra, ela acaba se prendendo na própria tentativa de aprisionar. Isso é uma lei natural. Sempre que desejamos que o outro nos pertença, nós também ficamos atados a própria tentativa de prender.

 

(HUGO LAPA)

Atendimento com Terapia de Vidas Passadas em São Paulo.

MAIL: lapapsi@gmail.com

Telefone: (011) 2427 5103 / 9502 2176

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Resumo sobre Estresse

estresse

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AUTOR:  Hugo Lapa

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Há muito tempo, a palavra estresse vem sendo usada para denotar os mais diferentes significados, associando-se sempre a irritação, mal estar, tensão, etc. Há algum tempo, o estresse deixou de ser uma preocupação exclusiva da área de saúde e passou a ser alvo das ações governamentais de vários países ao redor do mundo. Em nossa sociedade, o estresse passou a ser uma questão mundial e sua importância não pode mais ser desprezada por ninguém.

O que é Estresse?

O termo estresse é um aportuguesamento da palavra inglesa stress. Estresse é uma terminologia médica, usada para designar uma ampla gama de estados de tensão que são contrários à tranqüilidade, ao relaxamento, a espontaneidade, a naturalidade, etc. É constituído de um conjunto de reações fisiológicas que, se levadas ao extremo, podem comprometer o equilíbrio do organismo.

O criador da palavra estresse, chamado Hans Seyle, arrependeu-se de ter escolhido esta palavra, pois o termo estresse pode ser empregado para caracterizar tanto o que provoca tensão quanto os seus efeitos físicos e psíquicos. A palavra estresse tem sido usada tanto para descrever os estímulos que geram uma quebra do equilíbrio biológico funcional (homeostase) do organismo quanto a resposta comportamental criada por essa quebra do equilíbrio. Os significados que se pode atribuir ao termo estresse são múltiplos, devido a grande quantidade de sentidos que o termo pode abarcar. Uma pessoa pode dizer: “Estou estressada”, referindo-se ao “estado de estresse” que está sentindo num dado momento. Outra pessoa pode se referir da seguinte forma “Isso é algo que me estressa muito” referindo-se, neste caso, a causa externa que pode provocar o estado de estresse. Em outro caso, a palavra pode ser usada como: “vou estressar aquela pessoa” dessa vez, colocando o estresse como um modo de ação que pode ser desencadeado por uma pessoa sobre outra. Podemos ainda dizer: “Tenho estresse” (referindo-se ao estresse como algo que possa ser possuído) Estes são alguns exemplos sobre a extensão do termo e essa flexibilização ajudou o estresse a ter ser lugar no senso comum.

Não são apenas situações de risco que podem nos levar ao estresse. Sabe-se que ocasiões de grandes transformações podem ser fonte de muito estresse. Nesse sentido, a preocupação e as expectativas, assim como a interpretação dos eventos que estão por vir podem ser decisivos no desenvolvimento de um quadro de tensão. É certo que o mundo atual favorece e até nos convida ao estresse. As exigências da vida moderna nos cobram um estado de atividade acentuado e constante, onde nos é requerido sempre responder de forma eficiente às demandas que nos são impostas. Nosso dia a dia está mais e mais agitado e sentimos que cada vez mais nos falta tempo para descansar e estar um pouco com nós mesmos. Toda essa cobrança ajuda na formação e manutenção do estresse. Porém, a maneira como encaramos essas situações é que são decisivas no estabelecimento do estresse.

O Estresse tem fases diferentes ou é um estado apenas?

O Estresse tem diferentes níveis e isso não faz com que todas as fases guardem uma inter-relação qualitativa entre elas. Hans Seyle foi um pesquisador canadense que pesquisou o estresse em ratos no ano de 1936. Após seus estudos, ele concluiu que o estresse se apresenta em três diferentes fases, que são a Fase de Alerta, a de Resistência e a de Exaustão.

Na primeira fase, chamada de Fase de Alerta, o organismo se prepara enfrentar alguma ameaça externa e desencadeiam os mecanismos naturais de luta ou fuga, típicos da condição instintiva de preservação dos seres vivos. Quando nosso organismo e nosso psiquismo interpretam um agente externo, situação ou circunstância como ameaçadora as defesas do nosso corpo nos alertam sobre uma possível quebra da homeostase, ou do nosso equilíbrio funcional orgânico. Esse estado de alerta desenvolve uma série de reações e alterações que visam proteger o organismo de possíveis ocorrências negativas. Essa reação inicial é chamada de reação de alarme e deixa o organismo de prontidão após a identificação e interpretação do risco è nossa integridade. Todo o organismo é mobilizado havendo o envolvimento de todo os órgãos e não apenas de um único órgão específico.

A segunda fase é chamada de fase de resistência. Ela tem inicio quando a tensão da primeira fase se acumula. O estresse continua por um tempo indeterminado, então o organismo começa a acostumar-se com os estímulos provocadores de estresse e passa a tentar uma adaptação a essa condição, tudo isso pela tendência do organismo em sempre buscar a homeostase. Nessa altura, os estressores podem manter-se ativos e a pessoa pode não conseguir livrar-se de sua influência. Dessa forma, se o organismo não se adaptar de forma a amenizar a carga acumulada de tensão, sobrevém a terceira fase, chamada Fase de Exaustão.

A Fase de Exaustão ocorre quando o organismo exauriu todas as suas energias de mobilização do corpo e não possui mais meios de continuar naquele ritmo. Essa é a fase onde as patologias começam a se manifestar, pois se esgotaram as formas de se lidar com a tensão. Geralmente, o estresse é controlado na fase de alerta e na fase de resistência, sendo mais comum que o organismo se estabilize em algumas destas fases.

O Estresse e seus efeitos

Os efeitos do estresse em nós podem variar de pessoa para pessoa e se apresentam no organismo de formas diferentes. O estresse pode, como vimos, ser o causador de várias doenças físicas associadas ao esgotamento de nossa capacidade de mobilizar energias para a adaptação. Entre as doenças mais conhecidas que estão associadas ao estresse temos a hipertensão arterial, o câncer, a psoríase, o vitiligo, a retração das gengivas, dores de cabeça, dores no corpo, queda de cabelos, indigestão, insônia, etc. Como o organismo está enfraquecido, algumas doenças que podem estar latentes no organismo podem encontrar terreno para se manifestarem. É bem reconhecido, que a imunidade do organismo é muito prejudicada diante de estados de estresse.

No campo psicológico, o estresse também pode desencadear reações como: falta de memória, apatia, irritabilidade, desmotivação, ansiedade, emoção acentuada, falta de concentração, etc. Uma pessoa estressada ainda pode apresentar uma dificuldade em lidar com situações de mudança, pois toda a sua habilidade de adaptação está envolvida no combate ao estresse. Além destes efeitos, algumas pesquisas demonstram que o estresse pode ser uma causa de diminuição de produtividade no trabalho, o que leva as empresas a tomarem cada vez mais medidas que visam amenizar o estresse de seus empregados.

(HUGO LAPA)

Atendimento com Terapia de Vidas Passadas em São Paulo.

MAIL: lapapsi@gmail.com

Telefone: (011) 2427 5103 / 9502 2176

OBS: Este artigo é registrado e não pode ser postado em qualquer meio impresso ou eletrônico sem a prévia autorização da autor. Os infratores estarão sujeitos à penalidade conforme a lei dos direitos autorais.


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