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Archive for the ‘reflexões’ Category

Perder para o medo

 

PERDER PARA O MEDO

Sempre que vejo uma pessoa dizendo que não pode fazer alguma coisa porque tem medo… eu lembro do filme Karatê Kid, mais especificamente o final do filme.

Daniel, o personagem principal, está lutando contra o seu adversário na final do campeonato. Ele começa a perder… e o senhor Myagi vem falar com ele no intervalo. Daniel diz que não consegue lutar porque está com medo… confessa que tem muito medo e não está conseguindo. Fica repetindo isso sem parar. Então Senhor Myagi grita:

“Daniel san!!!! Preste bastante atenção… Não tem problema perder para o lutador… o que se não pode é perder para o medo!”

Essas palavras inspiraram Daniel. Ele voltou e venceu a luta.

Sim, essa é uma lição muito importante em nossas vidas. O medo é um sentimento muito presente na idade humana, a fase do desenvolvimento do espírito que nós vivemos agora. Muitas pessoas deixam de fazer certas coisas por causa do medo… Perdem muitas oportunidades na vida por causa do medo. Muitas vezes deixam de viver, de experimentar as coisas que gostariam pelo medo de algo dar errado, de alguma coisa não sair coo deveria.

Essas pessoas precisam saber que não tem problema perder alguma coisa… não tem problema perder uma competição… não tem problema não passar num concurso… não tem problema errar… não tem problema cair… não tem problema falhar… tudo isso faz parte da vida. Errar é normal.. Perder é normal… acontece… é parte da existência humana e todos estão sujeitos a isso. Ninguém deve se envergonhar por perder, errar, cair, não conseguir, pois é assim que aprendemos.

O que não podemos, de jeito nenhum, é perder para o medo… é desistir antes de tentar… é deixar o medo nos paralisar… é não fazer por medo de não dar certo…. é se deixar enfraquecer pelo medo e não seguir em frente.

Não tem problema perder, errar ou não conseguir… mas não podemos jamais perder para o medo. O medo não nos faz apenas perder alguma coisa… ele nos faz perder a vida. Sem nenhuma dúvida, é muito pior passar pela vida sem viver, do que apenas perder alguma coisa.

(Hugo Lapa)

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Atitudes que evitam a depressão:

1 – Não esperar nada das pessoas

2 – Não ficar se cobrando e se exigindo uma vida ideal, sem erros.

3 – Expressar mais seus sentimentos sem medo, não bloquear suas emoções

4 – Ficar bem menos tempo nas redes sociais, e quando entrar… buscar apenas conteúdos relevantes, profundos e espirituais.

5 – Não acreditar que o dinheiro pode te trazer segurança, paz ou felicidade.

6 – Dormir sempre à noite, evitando dormir durante o dia.

7 – Ficar mais tempo na natureza, com as árvores e os animais e menos tempo com tecnologias.

8 – Ler livros profundos, com bom conteúdo e espirituais.

9 – Não ceder ao dogmatismo religioso e nem ficar criticando membros de outras religiões.

10 – Parar de ficar buscando o reconhecimento dos outros… você não precisa provar nada a ninguém.

11 – Não fazer jamais de outra pessoa a sua razão de viver e parar de viver em função do outro, mas viver a própria vida.

12 – Não se importar com o que os outros pensam de você.

13 – Parar de ficar buscando qualquer companhia apenas para não ficar sozinho.

14 – Cultivar momentos de calmaria e silêncio onde você está apenas com você mesmo, sem preocupações exteriores.

15 – Não tentar impor ou moldar alguém dentro de suas crenças. Respeite o livre arbítrio do outro.

16 – Ouvir músicas com arte, profundidade, poesia e beleza… ao invés de músicas barulhentas, com letras superficiais, de sexualidade e ostentação.

17 – Não acredite que relacionamentos podem te trazer felicidade, ou que um companheiro ou companheira pode te preencher. Quem não consegue ser feliz sozinho tampouco será feliz com alguém.

18 – Quem quiser buscar seus sonhos, busque… mas lembre-se que é muito melhor ser feliz agora, dentro da sua realidade.

19 – Não ficar fugindo dos seus problemas, pois essa fuga só alimenta o problema.

20 – Não fique preso ao passado, mas procure sempre seguir em frente. Não importa o que aconteça, continue seguindo… sem olhar para trás.

21 – Procure sempre aprender com seus erros, pois quem não aprende com seus erros, tende a repeti-los no futuro.

22 – Não acredite que algo ou alguém pode preencher seu vazio… isso só você pode.

23 – Não fique jogando conversa fora. A fala é uma energia que não deve ser desperdiçada.

24 – Não fique tentando imitar as pessoas. Procure buscar a si mesmo… ninguém é feliz tentando ser uma cópia do outro.

25 – Alimente-se apenas de forma saudável, de preferência comidas orgânicas e livre de transgênicos.

26 – Faça exercício físico todos os dias.

27 – Sinta a maravilha e a dádiva de estar vivo aqui e agora. Lembre-se que a morte pode chegar a qualquer momento.

28 – Devolva sempre o ódio com amor, a agressão com a benevolência, o mal com o bem, as trevas com a luz.

29 – Ore por aqueles que te fizeram mal… deseje o bem a quem te feriu. Essa é a melhor forma de curar sua ferida interna.

30 – Respeite o outro para ser respeitado. Ame para ser amado. Só faça ao outro aquilo que deseja para você.

31 – Não se apegue a nada nem a ninguém… quanto maior o apego, maior o sofrimento quando algo vai embora.

32 – Procure conduzir sua vida da forma mais simples, leve, espontânea e solta possível… A simplicidade nos traz paz, felicidade e nos aproxima de Deus.

33 – Não fique programando muito as coisas nem tentando controlar nada, pois a vida se vive sempre no improviso e tudo pode ser diferente do que foi programado. O único controle que você pode ter na vida é sobre você mesmo.

34 – Procure não se apoiar em nada, pois um dia esse apoio vai embora… e o resultado é sua queda no chão.

35 – Não fique julgando ninguém. Nunca sabemos o que as pessoas passaram para se tornarem quem são… e um dia você pode estar fazendo o que tanto criticou no outro.

36 – Olhe para a vida com mais humildade… você não precisa ser melhor do que ninguém para viver bem e feliz.

37 – Duvide sempre de suas crenças. Rompa com suas verdades e abra sua consciência… Nada pode ser mais angustiante do que viver sempre rodando o mesmo programa mental.

38 – Não viva no piloto automático. Tudo o que você fizer, faça com consciência… A vida não pode ser apenas responder cegamente aos estímulos e impulsos.

39 – Solte todos os pesos que você carrega. Não vale a pena ficar conduzindo cargas mentais e emocionais. Liberte-se dos pesos… só assim você vai conseguir caminhar com leveza e ser livre.

40 – Ame a si mesmo sempre. Amar-se não é se achar melhor, mais bonito ou mais capaz, mas sim se aceitar. A autoaceitação é muito importante para a felicidade.

41 – Não fique sofrendo pelo que lhe falta, mas aprenda a valorizar o que você tem. É sempre melhor ser feliz com o que se tem.

42 – Coloque sempre sua paz e sua felicidade em primeiro lugar.

(Hugo Lapa)

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POR QUE NÃO PODEMOS VIVER SÓ O BOM?

No outro dia uma pessoa fez o seguinte questionamento: Por que a vida não pode ser só o bom? Por que precisamos sempre viver coisas ruins e negativas? Não seria melhor se tudo fosse apenas bom e agradável?

A resposta a essa pergunta exige uma reflexão… Vamos analisar isso:

Se a nossa vida fosse constituída apenas de coisas boas, é certo que, em dado momento, qualquer pessoa iria enjoar desse bom. Sim… haveria um tédio generalizado e isso faria a maré da vida pender para o outro lado, buscando o diferente do bom, que se tornou enjoativo, chato, mesmice, entediante. O bom, quando repetido, acaba não gerando o mesmo efeito do que as primeiras vezes que nós o experimentamos. Com o tempo, a repetição vai gerando tédio e vai desgastando a experiência do que era bom.

Assim, quanto mais experimentamos o bom, mais ele vai aos poucos deixando de ser bom e passa a ser algo comum, corriqueiro, normal. Passa a ser até mesmo algo chato, repetido, sem graça. Você pode adorar comer doces, mas se você comer apenas os mesmos doces todos os dias, vai chegar um momento em que você não vai mais aguentar comer doces e vai passar a detestar o doce. Ou seja, o que era uma coisa boa, pela repetição incessante, acaba se tornando algo ruim, pois fica enjoativo, chato, sem graça, desinteressante.

Quando uma pessoa tem uma vida muito boa e fácil, muitas vezes ela acaba se desinteressando das coisas, tudo começa a perder o sentido. Ela pode ir tentando fazer esse bom se tornar cada vez melhor e mais prazeroso. O resultado disso é visto em muitos jovens que, sempre tendo coisas boas e facilidades, entram no mundo das drogas a fim de tentar potencializar esse bom, que já havia se tornado entediante. Dessa forma, mesmo quando vivemos uma vida dita “perfeita” segundo os padrões humanos da sociedade moderna, aos poucos essa “perfeição” vai perdendo o sentido, posto que a mesmice e as facilidades vão sugando o seu sentido mais profundo. Muitas pessoas que vivem assim entram em depressão… e passam a não ver mais sentido em suas vidas. 

Por isso que se diz que o bom só existe em função do mau. Se a vida fosse só o bom, o agradável, o satisfatório, o prazeroso, o bom não seria bom, pois não haveria o seu oposto para criar o contraste e fazer o bom ser identificado, reconhecido e vivenciado. Se tudo fosse só o bom, o bom se tornaria tão presente que já não seria mais bom… seria o normal, e o bom perderia a qualidade e natureza do bom. Uma vida só de coisas boas é uma vida onde não existe superação, felicidade, crescimento… é uma vida fadada ao desespero e ao vazio.

Por isso que os mestres da humanidade dizem que o objetivo da vida não é buscar o bom e afastar-se do mau… mas sim elevar nossa consciência para além dos opostos de bom e mau, positivo e negativo, prazer e dor, luz e sombra etc. O objetivo não é jamais buscar o bom e fugir do mau… quem vive dessa forma estará sempre criando seu sofrimento. Não importa o que aconteça, é impossível viver só o bom.

Por isso, o objetivo da vida é dissolver nosso entendimento de bom e mau e transcender essas polaridades.

(Hugo Lapa)

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Pare de se comparar

 

PARE DE SE COMPARAR COM OS OUTROS

Vejo muitas pessoas que tentam consolar outras usando o conhecido argumento de existir sempre alguém que esteja pior do que você. Nas redes sociais abundam mensagens do tipo: Uma foto de um menino na África passando fome, esquelético e escrito embaixo da imagem “Qual o seu problema mesmo?” A ideia desse tipo de mensagem é mostrar que não devemos reclamar de nossa vida, porque existe e sempre vai existir alguém numa situação pior e mais problemática do que nós.

Esse argumento não se sustenta por vários motivos. Em primeiro lugar, dentro dessa perspectiva, é sempre necessário ter alguém pior para que o outro possa se sentir melhor. Isso transfere para outras pessoas que estão piores a base de comparação para nos sentirmos bem. Podemos nos sentir bem porque há alguém passando por uma provação bem mais difícil do que nós. Ou seja, a pessoa não conseguirá sentir-se bem por si mesma… pelas suas próprias capacidades e recursos, mas terá que se apoiar no sofrimento do outro para somente assim sentir-se bem consigo mesma. Isso cria um problema, pois além de transferir ao outro a responsabilidade do nosso bem estar, ou seja, sempre necessito ter alguém pior para eu me sentir melhor… isso instiga as pessoas a não se sentirem bem por elas mesmas, mas sim a apoiar-se no sofrimento do outro para só assim sentirem-se bem.

Em segundo lugar, caso um dia fiquemos numa situação pior, como acontece muitas vezes, esse argumento se esvai e passamos nós a ser a referência negativa para fazer outros sentirem-se bem. O argumento então acaba por aqui e nos tornamos aquilo que mais tememos e, agora sim, teremos motivos para reclamar, para sofrer, para desanimar etc. Em terceiro lugar, o ser humano não funciona muito bem com essas comparações, pois ele quase sempre sente que seu sofrimento é maior do que o sofrimento do outro. O motivo disso é bem óbvio: é ele que está sentindo seu sofrimento, está sentindo tudo fortemente, pois ele vivencia na pele seu sofrimento e não o sofrimento do outro. Assim, é de pouca eficácia estabelecer comparações com quem está pior, pois o ser humano sente, antes de tudo, onde seu calo aperta e não sente o calo do outro.

Além disso, é certo que não importa tanto o problema em si, importa muito mais como a pessoa reage e se posiciona diante dele. Um menino na África que está passando fome pode sentir-se em paz, mesmo com fome, posto que já se acostumou e se resignou com sua situação. Ele pode estar magro, com fome, mas não sente essa adversidade da mesma forma que, por exemplo, uma senhora de 45 anos, neurótica, que sofre com seu filho enveredando pelo caminho das drogas. Nesse caso, quem está pior? Será possível comparar as duas situações? Na verdade, é certo que quem está pior é quem sofre mais… seja com uma unha encravada, seja com uma doença gravíssima, seja esquelético e com fome num país africano. O que define o maior ou menor sofrimento não é o problema em si mesmo, mas a leitura que você faz dele, ou seja, como você se posiciona e reage frente a contrariedade. Por esse motivo, é impossível dizer quem está melhor e quem está pior, pois o pior ou o melhor está sempre relacionado com o grau de sofrimento associado a um problema qualquer. Quem sofre mais é quem está pior. Você pode viver a situação mais dolorosa… se você quase não sofre com ela, você está melhor do que aquele que sofre, se desespera e quer se suicidar por causa de unha encravada.

Em quarto lugar, não é porque o outro está pior que alguém vai começar a se sentir bem por causa disso. Até porque, se existe a comparação de nosso caso com o caso de alguém que está supostamente pior, também existe a comparação do nosso caso com alguém que está supostamente melhor do que nós. A mente humana sempre busca a comparação com quem está melhor e não quem está pior. Não adianta ficarmos lembrando a alguém que existem pessoas em situações piores, pois nossa mente tende a fazer todo tipo de comparação principalmente com os melhores. Por isso, devemos dizer que o grande problema do ser humano é justamente ceder ao vício da comparação. Quando ficamos nos comparando com outros, sofremos porque não estamos supostamente tão bem quanto o outro está.

Por exemplo, é muito comum ver mulheres dizendo: “Vejo minhas amigas com idade de 30 anos que já casaram, têm filhos, estão felizes e eu continuo na mesma situação, sozinha e sem perspectiva de encontrar alguém e ter uma família”. Em essência, não há nenhum problema de chegar aos 30 anos solteira, mas como essa mulher fica se comparando com outras mulheres de sua idade, ela passa a acreditar que deveria estar casada, com 30 anos e com uma família já constituída, pois isso seria o “normal” e ela conhece esse normal pela via da comparação. Assim, ela se reconhece num desvio dessa linha que seria a linha da pretensa “normalidade”; a linha que todos devem almejar. Observe que essa mulher não se compara com outras mulheres que, por exemplo, perderam o seio numa cirurgia de retirada de tumor (que estariam piores do que ela). Ela tende a se comparar primeiro com que está supostamente melhor do que ela… pois a mente humana trabalha prioritariamente com a comparação do melhor e não do pior. Nem seria preciso lembrar que as aparências enganam, e que uma mulher de 30 anos, casada, com família, pode não estar feliz, ao contrário, pode estar profundamente depressiva no casamento, mas aparentar viver uma situação ideal que se tornou um modelo de sucesso para outras mulheres.

Dessa forma, duas coisas ficam claras nessa exposição. Em primeiro lugar, não importa o problema em si, mas sim o quanto você sofre por causa dele. É isso que faz a diferença e é isso que define quem está melhor ou pior. Em segundo lugar, uma das causas do sofrimento está justamente nesse terrível jogo da comparação criado por nossa mente… que estabelece parâmetros de bom e mau com base no que observamos da vida de outras pessoas. Aquele que não se compara com os outros, sofre muito menos, ou mesmo não sofre, pois não inventa critérios de como sua vida deveria estar baseado em paralelos traçados com a vida alheia.

Por isso, não se compare com ninguém, pois cada pessoa é única… assim como você é único. Viva sua vida e pare de olhar para os lados. Evite todo jogo de comparação, para melhor ou para pior, até porque melhor ou pior são aparências ou ilusões… Não existe melhor ou pior… existe apenas você se abalar e sofrer e você não se abalar e não sofrer, mas viver em paz independente do problema. Assim, você vai se sentir mais leve e bem mais tranquilo.

(Hugo Lapa)

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Apenas ser feliz

APENAS SER FELIZ

Quando você é feliz de verdade em sua vida… você deseja que todos também sejam felizes. Você ajuda outras pessoas e anseia que elas experimentem a mesma felicidade que você sente. O mundo inteiro se torna alegre, bom, radiante, pacífico e harmonioso. O mundo será tão feliz quanto a felicidade que transborda do seu peito.

No entanto, quando você é infeliz, amargo, frustrado e não tem paz… a tendência é desejar que outros sejam assim como você, infelizes e sem paz. As pessoas infelizes muitas vezes não querem ver a felicidade do outro, mas querem que os outros estejam como elas, ou abaixo delas, mas dificilmente desejam que estejam melhores do que ela.

Por isso, cultive a felicidade e a paz em sua vida. Quando você é feliz… o mundo inteiro é feliz junto com você. Mas saiba que a felicidade não se alcança no futuro, com realizações ou conquistas, mas ela está aqui e agora, como fonte inesgotável esperando o momento de ser descoberta. É uma verdadeira fonte da juventude, que não está fora, mas dentro de cada um de nós… e pode fazer jorrar rios de água viva para todos aqueles que desejem a felicidade real… e não a satisfação transitória desse mundo.

Você ainda espera por algo para ser feliz? Se você espera, posso te afirmar que a felicidade nunca virá… Se você espera ter dinheiro para ser feliz, não será. Se você espera que seu filho seja bem sucedido para você ser feliz, você não será. Se você espera ficar bem de saúde para ser feliz, você não será. Se você espera se aposentar para ser feliz, não será… Mas se você não espera nada, não quer nada, porque é feliz agora, sem precisar de coisa alguma… você já está muito próximo da fonte de água viva da felicidade. Felicidade não é a satisfação dos desejos, paixões e aquisição de posses, mas sim uma plenitude a ser descoberta nesse momento, que não necessita de nada, mas apenas é…

(Hugo Lapa)

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Ofensas e chacotas

 

Esse texto foi escrito para os grupos espirituais que administramos no Facebook:

SOBRE AS OFENSAS E CHACOTAS NO GRUPO 

Amigos, todas as pessoas que vem aqui e nos ofendem, nos agridem, nos provocam, nos tiram do sério, nada mais são do que pessoas que Deus colocou em nossa caminho para nos ajudar a sermos mais tolerantes, mais pacientes, mais compreensivos, mais amorosos e mais indulgentes com as imperfeições alheias. Muitas pessoas acreditam que caridade é dar coisas aos outros, mas em O Livro dos Espíritos está escrito que a caridade é a indulgência para com as imperfeições alheias. Estamos praticando a verdadeira caridade quando desejamos expurgar essas pessoas do grupo? Essa é uma oportunidade sagrada que Deus nos dá de não julgar essas pessoas pelos que elas fazem. Jesus não disse para não julgarmos nossos semelhantes? Como podemos ter um grupo cristão-espírita e espiritualista que faz o oposto do que Jesus ensinou? Um grupo que resolve promover uma “limpeza” dos membros, como se alguns fossem muito “puros” e outros fossem imperfeitos, impuros, etc.

Além disso, talvez as pessoas que agridem, ofendem, fazem chacota, etc, sejam justamente as pessoas que mais estão precisando estar em nosso grupo, pois são aquelas que mais precisam de ajuda. Que grupo seria esse se não oferecesse auxílio para as pessoas que realmente precisam? Jesus também disse: eu não vim pelos justos, mas pelos pecadores, eu não vim pelos sãos, mas pelos doentes. Nosso grupo tenta seguir esta mesma linha, em sintonia com Jesus… Que melhor diretriz um moderador poderia instituir do que estar em sintonia com os ensinamentos de Jesus? Não criamos o grupo para os justos, para os puros, para os perfeitos, para aqueles que já praticam o ensinamento ou que já estão no caminho do Reino de Deus. Criamos este grupo para servir de auxílio para o despertar daqueles que ainda não conhecem o Reino de Deus, para aqueles que sofrem, para aqueles que precisam de ajuda, para aqueles que ainda tem ódio dentro de si e que possam se livrar desse ódio… para aqueles que ferem, pois um dia serão feridos também… Nosso grupo foi criado para os “pecadores”, pois são estes que mais precisam de ajuda.

Cada vez que vem uma pessoa aqui e ofende a outra, ou faz chacota, precisamos não nos deixar abalar com isso. Precisamos não nos importar, não dar valor. Precisamos refletir por que essas coisas nos afetam… Será que não estamos nos deixando afetara facilmente por essas coisas? Será que nossa missão aqui não é justamente ser ofendido sem se deixar influenciar por isso? Como diz a sabedoria dos mestres: Ninguém nos coloca pra baixo, nós é que nos sentimos pra baixo ou inferiorizados. Ninguém nos humilha, nós é que nos sentimos humilhados. Ninguém nos persegue, nós é que nos sentimos perseguidos. Ninguém nos ofende, nós é que nos sentimos ofendidos. Ninguém nos expõe, nós é que nos sentimos expostos. Ninguém tem o poder de nos fazer mal, nós é que ficamos mal com o que os outros fazem.

Então, vamos começar a seguir estes ensinamentos…

(Hugo Lapa)

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A VIDA É UMA GRANDE OPORTUNIDADE

Todas as coisas em nossa vida são oportunidades que Deus nos concede para nossa libertação e felicidade. A própria vida é uma chance, uma oportunidade sagrada de ser feliz independente do que nos ocorra.

Por exemplo, quando perdemos o emprego, essa é uma grande oportunidade da pessoa se libertar das preocupações com o dinheiro, com as posses, com as paixões, com os desejos e com tudo aquilo que represente um conforto, estabilidade e segurança material. Caso a pessoa perca o emprego a fique muito preocupada com a possibilidade de lhe faltar o básico, ela está perdendo uma excelente chance de vencer a prova da preocupação e passar por tudo em paz, livre de qualquer medo, inquietação e angústia. Mas quando a pessoa passa pela perda em paz, ela supera seus sentimentos inferiores e aproveita a oportunidade de ser feliz, de ter paz, de viver em harmonia e de se libertar de tudo aquilo que a aprisiona.

Em outro exemplo, quando uma pessoa nos ofende seriamente, na frente de todos, essa é uma excelente oportunidade de não se deixar afetar pela ofensa. Até porque, quando alguém não se sente ofendido, jamais essa pessoa poderá sofrer qualquer ofensa, posto que a ofensa só existe para aquele que se sente ofendido, ou seja, que se deixa afetar pelas palavras do outro. Dessa forma, qualquer ofensa que soframos é o ensejo ideal para nossa libertação de qualquer sentimento de melindre, de irritação, de raiva, de mágoa, ou qualquer outro sentimento que procede da ofensa. É uma valiosa chance de libertação.

Em outro exemplo, num acidente, um homem embriagado bate em nosso carro. Não pode haver melhor abertura para nosso desapego do que nesse momento não se deixar afetar pela batida e tratar tudo com tranquilidade e sem afetação. Essa é a oportunidade sagrada de praticar os ensinamentos de Jesus, de não brigar, não ofender, não se irritar, não ficar preocupado com a perda do carro, com a perda do dinheiro, com a perda de mobilidade, etc. O carro costuma ser, em nossa cultura, não apenas um meio de transporte, mas principalmente uma fonte de status, poder, riqueza, prazer e até sexualidade. Uma batida de carro pode trazer à tona muitos sentimentos que, nesse momento, temos a oportunidade de enxergar e nos libertar deles. Tudo isso é uma chance para nossa libertação.

Isso é válido para todas as experiências da vida. Todas elas são oportunidades, chances, ou aberturas para nossa transformação. É certo inclusive dizer que, quanto maior for a dificuldade da experiência, maior será a nossa oportunidade de elevação, libertação e consolidação da paz em nossa alma. Aquela situação que comumente amaldiçoamos é um bálsamo, uma riqueza, ou uma fonte de ensinamentos e de oportunidades de transformação e libertação de nossa alma.

Assim, da próxima vez que atravessarmos situações como essas, vejamos elas como oportunidades de elevação e libertação, e não como entraves no caminho. Vamos então aproveitar as oportunidades que a vida nos dá a cada momento?

(Hugo Lapa)

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