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Archive for the ‘Apometria’ Category

Bolsão Kármico

espiritu34

 

BOLSÃO KÁRMICO

O bolsão kármico é um fenômeno ainda um pouco desconhecido do espiritualismo, mas não menos real. Bolsão kármico pode ser definido como uma coletividade de espíritos ligados por laços de karma comuns. Estes são espíritos que participaram de catástrofes, tortura, mortes, carências ou qualquer circunstância de sofrimento em conjunto.

O bolsão kármico se inicia geralmente com um acontecimento marcante na vida destes espíritos que gera muito sofrimento. Essa dor fica impregnada em sua mente e no plano espiritual, após a morte coletiva, eles ficam vibrando ainda naquela sintonia do mal que lhes foi feito. Os espíritos presos a bolsões não conseguem se desprender daquela situação kármica, e por isso permanecem vibrando juntos, em contato uns aos com os outros naquela mesma frequência, e isso em algumas ocasiões pode se estender por milênios. Os bolsões são prisões espaço-temporais de coletividades de espíritos acorrentados em acontecimentos traumáticos passados. No livro “Energia e Espírito” de José Lacerda de Azevedo há uma série de casos de bolsões que foram tratados pelo autor com a técnica da Apometria.

Os bolsões estão quase sempre ligados a um encarnado. Isso ocorre por que alguns membros ligados a um bolsão específico podem estar encarnados, enquanto outros membros do bolsão estão desencarnados. Na maioria das vezes os bolsões são constituídos de espíritos que estão simultaneamente na Terra e no plano espiritual. Quando encontram-se no plano espiritual, estão quase sempre situados em zonas inferiores do astral. No caso dos encarnados, os espíritos que integram bolsões estão em ressonância com os desencarnados em planos mais densos, e por esse motivo, podem recepcionar as vibrações provenientes dos próprios bolsões e também da zona de consciência na qual o bolsão vibra. Uma pessoa pode estar ligado a um ou mais bolsões. Os bolsões podem vibrar em zonas mais ou menos inferiores, dependendo do karma que eles geraram.

Vamos dar alguns exemplos de bolsões para que fique mais clara a visualização deste tema:

Bolsões de guerra: São formados por espíritos vítimas ou algozes de uma ou mais guerras. Eles se ligam uns aos outros por uma sintonia de ódio e rancor contra seus algozes. Os algozes também estão conectados aos bolsões, e geralmente são o centro por meio do qual giram as conexões de ódio, ressentimento, mágoa, dor, instintos inferiores, etc. Neste caso, assim como em outros, é comum que os algozes estejam no centro dos bolsões, e recebam toda sorte de energias negativas de suas vítimas, conectadas a eles. É muito importante mencionar que os algozes dos bolsões podem ter sido vítimas de suas próprias vítimas em vidas passadas, e as vítimas podem ter sido algozes.

Bolsões de magia negra: Aqui se encontram todos os espíritos que foram prejudicados por trabalhos de magias de diversos tipos. Esses espíritos pedem vingança contra seus algozes, e vibram negativamente contra eles. É muito comum ocorrer que os espíritos vitimados pela goétia se tornem obsessores de encarnados nas vidas seguintes.

Bolsões de desastres coletivos: São bolsões formados a partir de mortes coletivas ou desastres. Esses espíritos podem ficar aprisionados no momento da tragédia e irradiar vibrações de raiva e rancor aos possíveis culpados pela tragédia. Como no universo não funciona o acaso, mas sim a lei de causa e efeito, os espíritos pertencentes a bolsões de desastres coletivos não foram apenas vítimas da catástrofe, há quase sempre uma razão para aquela tragédia ter ocorrido. Por outro lado, uma tragédia pode não ser necessariamente causada por um karma negativo, mas por que a missão daquele espírito se findou na Terra e ele precisa desencarnar.

Uma pessoa que entra em estado meditativo, que faz regressão a vidas passadas, toma alguma erva sagrada, ou realiza qualquer outra prática de estados alterados de consciência pode ter acesso ao bolsão ou bolsões a que pertence. Geralmente a pessoa fecha os olhos e observa vários rostos com aparências estranhas, hostis e por vezes animalizadas. O semblante pode irradiar sentimentos de ódio, vingança, aversão, ojeriza, rancor, tristeza extrema, etc. Por outro lado, nem toda aglomeração de espíritos está presa a bolsões kármicos. Há coletividades de espíritos elevados que mantém laços kármicos positivos, de amor e fraternidade.

É preciso dizer que os espíritos não ficam automaticamente presos aos bolsões. A causa da prisão é quase sempre um apego a situação traumática, alimentado por sentimentos como raiva, rancor, ressentimento, culpa, aversão, tristeza, etc. Um espírito pode viver todas estas e outras situações coletivas e não se prender a um bolsão, para tanto é necessário cultivar o perdão, o amor e a compreensão.

Autor: Hugo Lapa

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Estigmas Cármicos não Obsessivos

 

Como exemplos, citamos as deficiências físicas congênitas de um modo geral: ausência de membros, cardiopatias congênitas, surdez, cegueira, etc., além de todos os casos de manifestações mentais patológicas, entre elas, a esquizofrenia, grave enfermidade responsável pela restrição da atividade consciencial da criatura, a comprometer por toda uma existência a sua vida de relação.

Podemos enquadrar aqui também, os casos de Síndrome de Down e Autismo. Por outro lado, os neurologistas defrontam-se seguidamente com alguns casos desconcertantes de estigmas retificadores – as epilepsias essenciais -, assim denominadas por conta dos acessos convulsivos na ausência de alterações eletroencefalográficas. São quadros sofridos, difíceis e nem sempre bem controlados com os anticonvulsivantes específicos. Boa parte desses enfermos costuma evoluir para a cronicidade sem que a Medicina atine com as verdadeiras causas do mal. Diz o Dr. Eliezer Mendes, em seus livros, que são casos de médiuns altamente sensitivos tratados e internados em hospitais psiquiátricos e que mais lhes prejudica no seu caminho evolutivo.

A reencarnação, é a oportunidade que temos de reaprender, de acertar, para podermos evoluir. Apesar dos bons propósitos e da vontade de progredir, assumidos contratualmente no Ministério da Reencarnação, nem sempre o espírito no decorrer de uma reencarnação atinge a totalidade dos objetivos moralizantes. As imperfeições milenares que o aprisionam às manifestações egoísticas,impedem-no de ascender verticalmente com a rapidez desejada e, por vezes, enreda-se nas malhasde seus múltiplos defeitos, retardando deliberadamente a caminhada terrena em busca da luz.

Na vivência das paixões descontroladas, o indivíduo menos vigilante atenta contra as Leis Morais daVida e deixando-se arrastar por ímpetos de violência, termina por prejudicar, de forma contundente, um ou vários companheiros de jornada evolutiva. Todo procedimento anti-ético, que redunda no mal, produz complexa desarmonia psíquica, que reflete energias densificadas que se enraízam no perispírito só se exteriorizando mais tarde sob a forma de deficiências ou enfermidades complexas no transcorrer das reencarnações sucessivas. A presença de estigma cármico reflete a extensão e o valor de uma dívida moral, indicando a necessidade de ressarcimento e trabalho reconstrutivo no campo do bem, em benefício do próprio reequilíbrio espiritual.

Os estigmas cármicos, quando analisados pelo prisma espírita, podem ser considerados recursos do mais elevado valor terapêutico, requeridos pelo espírito moralmente enfermo, visando o reajuste perante a sua própria consciência culpada.

(Roberto Hishino)

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Atendimento de Apometria

 

No atendimento aos enfermos, é utilizada a seguinte prática: Coloca-se inicialmente, por desdobramento, os médiuns em contato com as entidades médicas do astral. Uma vez firmado o contato, faz-se o mesmo com o doente, possibilitando dessa forma o atendimento do corpo espiritual do enfermo pelos médicos desencarnados, assistidos pelos espíritos dos médiuns que então relatam todos os fatos que ocorrem durante o atendimento, tais como: os diagnósticos, as cirurgias astrais, as orientações práticas para a vida, assim como a descrição da problemática espiritual que o paciente apresenta e suas origens.

Torna-se necessário ainda, que se faça proteção vibratória, através de preces e formação de campos de força e barreiras magnéticas ao redor dos médiuns. O tratamento dos obsessores constitui um capítulo à parte, tal é a facilidade e eficiência com que os
espíritos sofredores são atendidos. Em virtude de se encontrarem no mesmo universo dimensional, os espíritos protetores agem com muito mais profundidade e rapidez. Os diagnósticos são muito mais precisos e detalhados; as operações astrais são executadas com alta técnica e com o emprego de aparelhagem sofisticada em hospitais muito bem montados em regiões elevadas do astral superior.
Esse é um dos grandes segredos do tratamento espiritual e será provavelmente um marco fundamental para a futura Medicina do Espírito.

(Roberto Hishino)

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Apometria definição

 

O termo Apometria vem do grego Apó – preposição que significa além de, fora de, e Metron – relativo a medida. Representa o clássico desdobramento entre o corpo físico e os corpos espirituais do ser humano. Não é propriamente mediunismo, é apenas uma técnica de separação desses componentes.

A Apometria é uma técnica de desdobramento que pode ser aplicada em todas as criaturas, não importando a saúde, a idade, o estado de sanidade mental e a resistência oferecida. É um método geral, fácil de ser utilizado por pessoas devidamente habilitadas e dirigentes capazes. Apresenta sempre resultado eficaz em todos os pacientes, mesmo nos oligofrênicos profundos sem nenhuma
possibilidade de compreensão.

O êxito da Apometria reside na utilização da faculdade mediúnica para entrarmos em contato com o mundo espiritual da maneira mais fácil e objetiva, sempre que quisermos. Embora não sendo propriamente uma técnica mediúnica, pode ser aplicada como tal, toda vez que desejarmos entrar em contato com o mundo espiritual.

(Roberto Hoshino)

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Apometria O início

 

O Dr. José Lacerda de Azevedo, carinhosamente qualificado por seus pares de Preceptor de Medicina Espiritual, é médico da turma de 1950. Desde cedo na lida com a Doutrina Espírita.

Durante o ano de 1965, esteve em Porto Alegre, um psiquista porto-riquenho chamado Luiz Rodrigues. Realizou palestra no Hospital Espírita de Porto Alegre, demonstrando uma técnica que vinha empregando nos enfermos em geral, obtendo resultados satisfatórios. Denominada Hipnometria, essa técnica foi defendida no VI Congresso Espírita Pan-americano, em 1963, na cidade de Buenos Aires. Essa técnica consistia na aplicação de pulsos magnéticos concentrados e progressivos no corpo astral do paciente, ao mesmo tempo que, por sugestão, comandava o seu afastamento.

O Sr. Luiz Rodrigues era um investigador, não era espírita e tampouco médico mas trouxe possibilidades novas e um imenso campo para experimentação se conduzidas com métodos objetivos e sistemáticos. Imediatamente, o Dr. José Lacerda testou a metodologia com Dona Yolanda, sua esposa e médium de grande sensibilidade. Utilizando a sua criteriosa metodologia, a sua sólida formação doutrinária, a observação constante dos fenômenos, aprimorou solidamente a técnica inicial. Identificou-se na época, um grande complexo hospitalar na dimensão espiritual, denominado Hospital Amor e Caridade, de onde partiam o auxílio e a cobertura aos trabalhos assistenciais, dirigidos por ele.

(Roberto Hoshino)

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Resumo de Apometria

 

RESUMO DE APOMETRIA

Abordagem de tratamento espiritual criada por José Lacerda de Azevedo realizada através do desdobramento dos corpos espirituais. O termo Apometria vem do grego Apó – preposição que significa além de, fora de; e Metron – relativo à medida. Assim, a Apometria é definida como um conhecimento que se propõem a estudar aquilo que está além das formas de medida convencionais. Dizem os apômetras que sua técnica pode ser aplicada em qualquer pessoa, ou mesmo animais ou plantas, pois com a técnica do desdobramento dos corpos e níveis, é possível tratar qualquer criatura.

A primeira lei da apometria é a lei do desdobramento espiritual. Através dos pulsos magnéticos é possível desdobrar qualquer pessoa (mesmo pessoas em coma profundo), podendo-se estabelecer um contato simples e direto com o plano espiritual. Além dessa técnica, a Apometria trabalha outras doze leis, que definem toda a teoria e a prática apométrica. Essas leis são utilizadas para:

1 – O reacoplamento dos corpos espirituais,

2 – A ação à distância do espírito desdobrado (fora do corpo físico), com os chamados campos de força, que são criações mentais protetoras da psicoesfera do ambiente,

3 – A revitalização dos médiuns, com a condução de encarnados e desencarnados à hospitais do plano astral;

4 – a ação dos espíritos socorristas à pacientes desdobrados;

5 – o ajustamento de sintonia vibratória entre as entidades em diferentes faixas de freqüência (onde muitas vezes não conseguem se comunicar);

6 – o deslocamento do espírito no tempo e no espaço (conduz-se o espírito ou algum nível ou personalidade do encarnado para ver seu passado ou seu futuro);

7 – A dissociação do tempo, ou seja, um espírito, nível ou personalidade pode sentir diretamente as conseqüências das suas escolhas e atos;

8 – a ação telúrica dos espíritos que evitam a encarnação (aqui os espíritos que procuram durante muito tempo evitar a encarnação, por meio dos comandos do apômetra, começam a sentir a atração do magnetismo da Terra e são puxados, pela atração telúrica do planeta, a um novo nascimento terrestre, dentre outras.

Além das leis apométricas, existem ainda um conjunto de técnicas utilizadas pelos grupos e codificadas no livro “Espírito e Matéria: novos horizontes para a medicina” de José Lacerda de Azevedo, principal obra de referência na área. Essas técnicas são:

Dialimetria e Eteriatria: técnicas que consistem em tornar o corpo espiritual, etérico e astral mais maleável, flexível e permeável. Diminui-se a coesão energética daquele corpo e prepara-o para se tornar mais receptivo às irradiações dos operadores da Apometria, sejam encarnados ou desencarnados, emanando sobre eles correntes de alta freqüência que circulam por seus corpos sutis trazendo alívio e cura para certas energias deletérias impregnadas.

Pneumiatria: Vem de Pneuma, que significa “sopro” ou “espírito”. Técnica que permite a cura do espírito fazendo-o encontrar a paz e a harmonia dentro dele mesmo, através da percepção da presença do Cristo que reside latente em seu ser.

Despolarização dos Estímulos de Memória: Consiste em apagar da memória de um espírito erros e sofrimentos cometidos no passado, despolarizando sua memória e impregnando sua consciência de pensamentos positivos e elevados. Embora esta técnica possa ter alguns poucos benefícios, julgamos muito mais eficaz o tratamento dos erros e sofrimentos do passado do que meramente apaga-los de sua memória.

Incorporação entre vivos: Nesta técnica, a Apometria traz verdadeiramente uma revolução nas técnicas mediúnicas. É possível incorporar um nível espiritual do paciente num médium e trata-lo mais diretamente. Muitas das técnicas apométricas consistem na incorporação ou sintonia de “fragmentos de consciência” em desarmonia de um individuo em sensitivos para o tratamento isolado de cada faceta psíquica.

Tratamento para magos negros: técnica que gera muita polêmica, pois muitos ainda não acreditam nos efeitos de magias de vidas passadas ou da vida atual. A Apometria oferece um conjunto de técnicas que tratariam magos negros e supostamente neutralizam ações mento-magnética negativas. Como já dissemos no livro “Regressão e Espiritualidade”, a magia pega principalmente em pessoas cujo passado foi dedicado essas mesmas práticas mágicas a que são vitimadas na presente vida.

Além dessas técnicas, há o método da condução de espíritos para templos no passado para tratamento, a utilização de espíritos da natureza ou elementais nos trabalhos, a esterilização do ambiente, os diagnósticos psíquicos (telemnese), técnicas de imposição de mãos para cura magnética, técnica de cura de lesões do corpo astral de espíritos sofredores, técnica de cirurgias astrais, técnica de destruição de bases astrais maléficas, técnica de inversão de spins das entidades (José Lacerda estudou muito Física e aplicou alguns dos seus princípios na Apometria), a Cromoterapia no plano astral e mental (que dizem ser mais eficaz do que a Cromoterapia feita com luzes físicas), as viagens astrais sob comando (primeira lei do desdobramento espiritual), a arqueocriptognosia (conhecimento de um passado remoto onde aprendemos lições e ensinamentos), os micro-organizadores florais (flores astrais que podem ser implantadas na pessoa e ajudam a curar desordens psíquicas), e luminoterapia, ou o terapia aplicada com os “arcos de luz voltaicos”, parecida com a cromoterapia mental, a arte-cura, dentre várias outras técnicas que são utilizadas em grupos apométricos.

Autor: Hugo Lapa

Atendimento com Terapia de Vidas Passadas

MAIL: lapapsi@gmail.com

OBS: Este artigo é registrado e não pode ser postado em qualquer meio impresso ou eletrônico sem a prévia autorização da autor. Os infratores estarão sujeitos à penalidade conforme a lei dos direitos autorais.

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Quem primeiro experimentou, no Brasil o desdobramento induzido por um operador encarnado foi o Dr. LUIZ RODRIGUES, farmacêutico/bioquímico, natural de Porto Rico, radicado no Rio de Janeiro. O Dr. LUIZ RODRIGUES chamava sua técnica de Hipnometria.

Durante o ano de 1965, esteve em Porto Alegre, um psiquista porto-riquenho chamado Luiz Rodrigues. Realizou palestra no Hospital Espírita de Porto Alegre (HEPA), então presidido pelo Sr. Conrado Rigel Ferrari, demonstrando uma técnica que vinha empregando nos enfermos em geral, obtendo resultados satisfatórios.

Denominada Hipnometria, essa técnica foi defendida no VI Congresso Espírita Panamericano, em 1963, na cidade de Buenos Aires. Essa técnica consistia na aplicação de pulsos magnéticos concentrados e progressivos no corpo astral do paciente, ao mesmo tempo que, por sugestão, comandava o seu afastamento.

O Dr. Luiz Rodrigues não era espírita e dele não mais tivemos notícias até seu desencarne.

(Apostila da Sociedade Brasileira de Apometria)

 

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