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Archive for the ‘Poemas’ Category

Proteção contra o mal

 

PROTEÇÃO CONTRA O MAL

A maioria das pessoas que fazem oração a Deus pedem proteção contra o mal.
Muitas pedem também para que o negativo se afaste delas.
No entanto, o que precisamos compreender é o seguinte:
Tudo no cosmos infinito é regido pela lei da afinidade. Atraímos para nós mesmos aquilo que pensamos, sentimos e fazemos.
Uma pessoa que pensa, sente e age no mal, vai atrair o mal para si mesma.
Uma pessoa que tem o mal dentro de si jamais poderia atrair o bem. Aquele que vibra no ódio, como poderia atrair o amor? Aquele que vibra na guerra, como poderia atrair a paz?
Nesse caso, se cada pessoa atrai o que vibra dentro de si, como Deus poderia nos proteger do mal que nós mesmos geramos em nosso interior? 
Aquele que fica julgando as pessoas, tendo pensamentos egoístas, desprezando os outros, quer ganhar a todo custo, não faz nada pelo bem coletivo, quer sempre levar vantagem, etc, como essa pessoa poderá atrair o bem para sua vida?
De que adianta pedir proteção a Deus contra o mal se esse mal é gerado em nós e é atraído pelo que guardamos em nosso íntimo?
Será que Deus poderia nos proteger contra nós mesmos?
Ou será que Deus permite que cada pessoa colha o mal que ela mesmo semeou? Que cada pessoa encontre o mal externo que ela criou internamente?
Se o aluno não estudou para uma prova porque ficou de vadiagem, em bares, bebendo, jogando videogame, na rua conversando, Deus pode protege-lo para que faça uma boa prova na escola?
Ou é melhor que ele tenha um péssimo rendimento e repita de ano para que aprenda a estudar e se esforçar?
O mesmo ocorre com o ser humano: como pode Deus nos proteger se precisamos nos deparar com toda negatividade que conservamos em nosso âmago?
Dessa forma, o mal externo é atraído pelo mal interno, pelo mal que mora dentro de nós.
Assim sendo, é inútil pedir proteção a Deus, pois Deus jamais poderia nos proteger de nossas próprias criações.
Se uma pessoa fica atirando espinhos nos outros, Deus deveria recolher esses espinhos para que a pessoa que os jogou não se espete? Ou Deus deve permitir que a pessoa se fure com os próprios espinhos que feriu os outros?
Aquele que só pensa negativo poderia ser protegido por Deus da própria negatividade que ele cria com seus pensamentos? 
Obviamente que não… isso não seria proteção, seria apenas uma forma de adiar a resolução do problema. A pessoa precisa olhar para sua criação e experimentar o mal que ela mesmo criou, para assim, aprender a pintar sua vida de cores elevadas e não de cores obscuras.
É comum mães pedirem proteção para seus filhos. Mas será que essa proteção é possível?
Se o filho, por exemplo, anda com más companhias é por que se sente atraído por pessoas negativas.
Será que por sentir essa atração pelo negativo, ele mesmo não tem o negativo dentro de si?
E se tem o negativo dentro de si, não seria melhor deixar ele experimentar as consequências dessa negatividade para que ele possa aprender certas lições da vida e avançar em espírito?
Não se pode proteger alguém das suas próprias afinidades… elas geram uma vibração que atraem exatamente aquilo que somos.
Como a lei de Deus é perfeita, cada pessoa vai atrair exteriormente aquilo que é interiormente e, assim, experimentar as circunstâncias da vida como se fossem um espelho do que se passa em nosso interior.
Vendo no exterior o reflexo do que temos no interior. Somente assim conseguimos nos conhecer e superar nossas negatividades e limites.
Muitas vezes não adianta dizer a uma moça: “não saia com esse homem, ele vai te fazer mal”.
Se a mulher se sentiu atraída por ele, pode ser que necessite “quebrar a cara” para só depois aprender a lição. Não adianta ficar insistindo para que ela termine com o homem que lhe faz mal: somente quando esse mal chegar e fizer ela sofrer, é que virá o aprendizado que ela tanto precisa.
Dessa forma, não há proteção possível, pois tudo o que chega até nós um dia foi criado dentro de nós, sendo atraído pela ímã interno das impurezas de nosso ser.

(Hugo Lapa)

Tratamento espiritual de vidas passadas à distância

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Sua vida deve ser livre

 

SUA VIDA DEVE SER LIVRE

Você pode ter uma família… só não pode fazer da sua família tudo o que você tem.

Você pode ter muito dinheiro… só não pode fazer do dinheiro a sua vida, acreditando que você precisa ter dinheiro para viver bem.

Você pode viver um casamento… só não pode acreditar que o casamento é a sua vida.

Você pode buscar sucesso profissional, só não pode acreditar que o sucesso profissional vai te fazer feliz.

Podemos ter uma coisa… só não podemos acreditar que precisamos dessa coisa para continuarmos vivendo em paz.

Conviva com as coisas e as pessoas… mas não faça delas a sua vida.

A sua vida é a sua vida, a vida delas é a vida delas. Cada um vive a sua vida… e cada qual deve ser feliz sem viver pelo outro ou dependendo de algo ou alguém.

Sua vida deve ser livre… não crie dependências que depois te farão sofrer.

(Hugo Lapa)

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Lutar contra

 

LUTAR CONTRA

O ser humano está a todo momento lutando contra tudo.
Ele luta contra as coisas, luta contra as pessoas, luta contra as situações e luta contra a si mesmo.
No trânsito, ele luta para chegar logo em casa ou ao seu objetivo.
Luta também contra alguém que está indo devagar na sua frente, contra alguém que lhe fechou ou contra alguém que dirige mal.
Se alguém diz algo que ele não gosta, logo começa uma luta interna. Ele começa a imaginar como pode devolver a ofensa proferida.
Lutamos a todo momento para ganhar mais, para ter uma vida mais estável, mais confortável. Lutamos para ter sucesso, para ter prazer, para ganhar algo. Lutamos também para não perder, para conquistar, para sermos amados.
Quando somos pais, lutamos para nosso filho receber a melhor educação, as melhores coisas e ter boas condições na vida.
Guerreamos com tudo e todos, a todo momento. Lutamos até mesmo quando estamos na rua e nos sentimos mal com a agitação ao redor de nós. Lutamos para sair do espaço público cheio o mais rápido possível.
“Não gostei do que ele fez”, é uma forma de lutar contra.
“Não quero isso, quero aquilo” é outra forma de estar em conflito com a realidade.
“Ele é mal, ele é grosseiro, ele é arrogante”, é outra forma de lutar contra o outro em pensamento, com os julgamentos e as conclusões.
Nunca aceitamos as coisas como elas são, mas estamos sempre lutando, guerreando e nos destruindo para moldar o mundo da forma como nós desejamos que ele seja.
Será que essa luta constante é mesmo necessária? Será que esse conflito não nos faz sofrer?
Os sábios orientais ensinam que nossa paz e felicidade começam no exato momento em que deixamos de lutar contra.
Toda luta é sinônimo de sofrimento. Quem vive lutando contra tudo e todos, vive sofrendo pelo resultado da luta.
Viver lutando contra a realidade nos destrói, nos corrói, nos desgasta, ficamos cansados, abalados e enfraquecidos. Toda batalha é uma oposição entre nós e a realidade.
Lutar contra é uma forma de arrogância, de prepotência, de tentar forçar uma situação, de desejar que o mundo cumpra nossos desejos e aspirações. É uma forma de impor à realidade nosso jeito, nosso modo de pensar e sentir. Ó mundo jamais será como nós gostaríamos que ele fosse.
Assim que o ser humano estabelece o que é bom e mau, como algo deve ser e como não deve ser, o certo e o errado, o que ele gosta e o que não gosta, a batalha se inicia.
A partir da criação de todos estes opostos, a luta vai transcorrer por toda a sua existência terrena.
Mas quando transcendemos os opostos e deixamos tudo fluir, não há mais luta, há apenas uma harmonia com todo o universo.
A sincronia, o equilíbrio, a simetria, a cadência e a sintonia com o ritmo da vida começa no momento em que a luta termina. A doce melodia da vida começa a tocar harmonicamente em nosso interior.
Deixar de lutar não é uma atitude passiva diante da vida, ao contrário: quem está em harmonia com o cosmos, não fica tentando bloquear o fluxo das águas de um rio, mas aproveita a força da água para chegar mais rapidamente a outra margem. 
Como o bambu que se dobra para cá e para lá durante o forte vento, está bastante ativo em sua flexibilidade.
Ao contrário da árvore rígida que “luta contra”, opondo-se a corrente de ar, e se mantém onde está. Esta se quebra facilmente diante da força da tempestade.
Eis a diferença entre uma pessoa que luta contra, rígida em seus desejos e crenças… e uma pessoa que é flexível, versátil, móvel e sabe se adaptar. Quem está mais ativa? 
O homem que se desespera e luta contra o mar revolto fica cansado e afunda rapidamente. Mas aquele que se acalma e não fica lutando contra o mar, esse flutua nas águas do oceano da existência.
Por isso, quem vive lutando contra tudo acaba por perecer e definhar, sozinho e infeliz, no imenso campo de batalha da vida. Quem passa a vida lutando, morre infeliz com o resultado de tanta guerra.
Pare de lutar nesse momento… deixe de lado o confronto perpétuo contra as coisas. Desapegue-se do desejo de impor, de forçar, de instituir, de ditar as coisas, de estabelecer como algo deve ser.
A vida não precisa ser um eterno campo de batalha. Ela pode ser simples e maravilhosamente harmoniosa.
Você precisa apenas deixar tudo fluir e se colocar em sincronia com vida universal.

(Hugo Lapa)

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Viver na eternidade

 

VIVER NA ETERNIDADE

Você não deve manter-se no mundo de forma a se preparar para viver bem e confortável em sua vida no mundo.

Você deve viver se preparando para ser feliz após a morte, na eternidade.

Que importância tem viver bem, confortável, seguro e estável durante a vida se tudo isso um dia vai acabar e pode ser antes do que você pensa?

Preparar sua vida para a eternidade, para viver a eternidade, para a felicidade eterna do espírito. Eis o propósito sagrado de nossa existência.

Quem passa a vida se preparando para viver bem aqui na Terra, acaba por perder a vida e por perder também a eternidade.

Mas quem vive se preparando para a eternidade do espírito… ganha a vida eterna e ganha a felicidade eterna.

Para que construir estruturas imensas nesse mundo, tentar conquistar tudo, procurar ter e fazer milhares de coisas, se tudo isso vai nos prender aqui e nos impedir de viver bem na eternidade do espírito?

É inútil tentar se agarrar as coisas do mundo, as coisas que passam, que quebram, que se perdem, que se dissolvem, que terminam, que não são o que parecem, que podem ser roubadas de nós a qualquer momento e nunca nos pertenceram.

No momento em que nos agarramos a algo… esse algo começa a escapar de nós.

Mas na eternidade do espírito… nada escapa, nada se perde, nada termina, nada se dissolve, ninguém pode nos roubar.

Tentar se dar bem nesse mundo é o mesmo que ser o rei do subsolo frio, escuro, vazio, solitário e instável. Para que tentar conquistar o subsolo pequeno e feio que nos aprisiona, quando temos todo o cosmos infinito ao nosso alcance?

Para que se colocar dentro de uma cela trancada de pedras preciosas, se podemos ser totalmente livres e felizes? Vale mais uma prisão solitária cheia de brilhantes, ou a liberdade universal na família cósmica?

(Hugo Lapa)

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Quem pode nos fazer mal?

 

QUEM PODE TE FAZER MAL?

Quem pode nos fazer mal?
Somos espírito…
Nossa vida real não está nesse mundo.
Pessoas podem ferir sua carne, seu corpo físico… mas seu espírito é perene, ele não é afetado por nada desse mundo.
O que é a matéria física e corpórea em relação ao eterno que reside em nós?
Quem pode agredir o invulnerável?
Quem pode fazer mal ao que não é deste mundo?
Quem pode matar o eterno?
Quem pode destruir o inespacial?
Quem pode nos fazer perder algo se o espírito nada pode ter, mas apenas pode ser?
Quem pode ferir te ferir se você não é o corpo composto de matéria?
Quem pode obscurecer o que é plena luz?
Quem pode poluir ou macular o que é pureza infinita?
O corpo físico é o pó que retorna ao pó…
O espírito passa pelo mundo… mas não é afetado por nada desse mundo.
Podemos agredir uma ideia com socos e chutes?
Podemos dar pauladas no pensamento?
Não… da mesma forma, ninguém pode alcançar o inalcançável.
Ninguém pode atingir o inatingível. Ninguém pode destruir o indestrutível. Ninguém pode limitar aquilo que é ilimitado.
Existe o conhecido, o desconhecido e o incognoscível.
O espírito é o incognoscível… Ninguém pode conhece-lo, pois ele está além dos limites de nossa mente. Paradoxalmente, ninguém pode desconhece-lo, pois ele se encontra em todos os lugares.
Quando alguém te bate, está batendo no corpo, não em você.
Quando alguém fere seus sentimentos, está ferindo seus sentimentos, não a você.
Quando alguém te ofende, está ofendendo seu ego, não a você.
Você não é o corpo, nem as emoções e nem a mente ou o ego.
Você é espírito, é essência, é centelha divina peregrinando pelos caminhos desse mundo.
“Ajuntai tesouros no céu (no plano do espírito), onde as traças não consomem e onde os ladrões não arrombam e roubam”, disse Jesus.
“Eu não sou desse mundo”, disse Jesus.
Nenhum de nós é desse mundo, pois somos espírito.
O que pode, então, nos afetar aqui? Nada…

(Hugo Lapa)

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Caminho para o infinito

 

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O CAMINHO PARA O INFINITO

Há um ditado popular, de muita sabedoria, que diz o seguinte:

“Quando uma porta se fecha.. uma janela sempre se abre.”

Muitas pessoas tomam conhecimento desse ditado, mas não compreendem exatamente seu real significado.

A porta simboliza os caminhos do mundo… A janela é a representação da abertura de nossa compreensão interior, as janelas de nossa alma, do nosso ser espiritual essencial.

Isso significa que, quando o mundo se fecha para você, a vida espiritual se abre, em todo seu esplendor, para que você possa iniciar sua jornada além do mundo, além do reino humano.

Quando perdemos materialmente, emocionalmente ou psicologicamente, abrimos caminho para ganhar espiritualmente. Estamos, assim, no caminho do Reino de Deus, o que Jesus prometeu aos justos, humildes e puros de coração.

Mas a maioria ainda está presa aos ganhos materiais, as posses, aos sentimentos, aos apegos, a família, aos negócios, as crenças, aos dogmas, as verdades prontas, aos desejos, a luxúria… e quer deixar o espiritual para depois, para bem depois, talvez para a próxima vida… quem sabe.

Mas Deus fecha as portas do mundo para que deixemos a personalização, o orgulho, a vaidade e o egoísmo um pouco de lado e iniciemos nossa vida pelo espírito que somos em essência.

Os caminhos do mundo são interditados para que possamos pegar outra estrada, mais profunda, mais sutil, menos material, menos emocional, menos mental e, claro, mais espiritual.

Se os caminhos terrenos não estivessem fechados, como as pessoas sentiriam necessidade de buscar a estrada que fica além… a estrada da vida universal? Como chegar ao ilimitado sem soltar o limite pequenininho de nossos desejos?

Se as pessoas não começassem a perder tudo na vida humana com o fechamento de caminhos, como elas poderiam se inclinar e mudar de direção rumo a vida espiritual?

Quem está confortável, estável, seguro e fincado em sua base no mundo humano limitado, não tem qualquer estímulo que o obrigue a aspirar àquilo que é eterno e universal. O que pode ser mais importante ao universitário do que conseguir seu diploma e se formar? Da mesma forma, o que pode ser mais importante para a alma do que alcançar sua própria essência junto com Deus?

Os caminhos mundanos precisam estar todos fechados, interrompidos, cheios de entraves, para que as pessoas possam olhar menos para baixo e mais para o alto, para Deus, para o infinito e eterno…

Como vamos contemplar o ilimitado se nossos caminhos no mundo estão sólidos e prazerosos? É preciso perder o inferior para que possamos ganhar o superior… é preciso perder o limitado para aspirar ao sem limites, ao sem fronteiras.

Nos caminhos do mundo, não há felicidade real. Buscaremos pelos quatro cantos do mundo sem sucesso…

Mas assim que iniciarmos nossa jornada rumo ao eterno, os primeiros lampejos da verdadeira felicidade já começará a nos iluminar…

(Hugo Lapa)

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É morrendo que se vive

 

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É MORRENDO QUE SE VIVE

Todo mundo quer ir para o céu, para o paraíso…

Mas ninguém quer morrer para poder nascer lá…

Como diz São Francisco de Assis:

É morrendo que se vive para a vida eterna.

Mas esse morrer não se trata de morrer materialmente, descartar o corpo físico.

Essa é a morte do ego, da personalidade, das verdades humanas, dos desejos, da sede de vida, das paixões, das preocupações, de se fazer a vida humana a base de nossa vida.

É morrendo que se renasce… Quem não quer morrer, tampouco poderá renascer no paraíso.

O paraíso só pode vir depois da morte do ego, da morte do apego, da morte das crenças, regras e da morte dos sonhos humanos.

Como viver a realidade se não paramos de sonhar com as esperanças do mundo?

O que são os sonhos e as esperanças do mundo senão ilusões dentro de ilusões onde mergulhamos mais e mais num sono profundo que embota nossa alma?

Para que desejar conquistas mundanas se a alma já possui todas as coisas?

O que pode o espírito perder, se ele é eterno e infinito?

Por que chorar a morte de pessoas, se a morte nos ajuda a nascer num outro nível de realidade?

Para que se preocupar com a ilusória estabilidade do mundo se essa estabilidade nos aprisiona e nos limita?

Quando perdemos a estabilidade e a suposta segurança fincada nos pilares do mundo… abrimos nossa vida para o espiritual, que é imortal e eternamente feliz.

Por que se preocupar com a perda… se toda perda é sempre um ganho em outro nível?

Por que se preocupar com a morte, se é morrendo que se vive para a vida eterna?

Preferimos a vida passageira do que a vida eterna?

Preferimos as dores do mundo em detrimento da harmonia celeste dos planos universais?

Não tema a morte… menos ainda a morte do ego. Ela é um portal para a renovação da vida, para a eternidade da vida e da felicidade infinita.

Não tente evitar a morte do mundo, pois quando o mundo morre, o espírito renasce.

(Hugo Lapa)

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